Seleção natural

Alberto Gonçalves
DN 2013-12-22
Não faço ideia se a prova feita aos professores foi a adequada para avaliar as respectivas competências, mas se a ideia era separar os capazes dos restantes, a coisa correu muitíssimo bem. Tal como ninguém escolheria para protagonista do filme o maluco que arruinou o casting à pedrada, os sujeitos e sujeitas que a mando dos sindicatos tentaram boicotar os colegas através de berreiro, violência, arruaça, artimanhas e pequenos delitos não podem desempenhar a profissão. Ou não poderiam, caso o País se orientasse por padrões civilizacionais médios. Em Portugal, porém, os padrões são outros e, após o pandemónio, decretaram a derrota do ministro Nuno Crato. A vitória, presume-se, coube à classe docente, ou à parcela que de docente tem pouco e classe tem nenhuma.

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