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A mostrar mensagens com a etiqueta Autor: Henrique Leitão

Aura Miguel convida Henrique Leitão

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Uma agressão à vida, à sociedade e à medicina

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HENRIQUE LEITÃO 27 de Maio de 2018 Uma agressão à vida, à sociedade e à medicina Com a possibilidade da eutanásia passaremos, de facto, a viver numa outra sociedade. Introduzida a possibilidade de um médico matar um paciente, todas as restrições da lei não serão mais do que meras inconveniências circunstanciais. Uma clarificação inicial obrigatória, quando falamos de eutanásia: não se está a falar daquelas situações de manutenção da vida em circunstâncias artificiais desproporcionadas, forçando a sobrevivência por meios excessivos e impondo por via tecnológica aquilo que a vida humana e a condição do corpo já dera por terminado. Não se está a falar do chamado “encarniçamento terapêutico”, que é, além de tudo o mais, uma prática condenada e punida pela deontologia médica. Na rejeição desta ideia e desta prática estamos todos de acordo. Eu seguramente não a quereria para mim nem para ninguém. Não é disto que estamos a falar quando falamos de eutanásia. Também me ...

Henrique Leitão: "Os alunos entram na faculdade já completamente cépticos acerca das possibilidades da vida"

RR 07 Mar, 2016 - 17:14 • Aura Miguel "Hoje há uma concepção sobre o humano que torna o sofrimento quase insuportável", diz o historiador. Uma entrevista em que o Prémio Pessoa 2014 afirma que as escolhas dos historiadores "são morais" e que há demasiada gente a viver "de dentes cerrados". Formado em Física, Henrique Leitão é uma das figuras mais importantes na investigação da história da ciência em Portugal. Católico, vencedor do Prémio Pessoa 2014, é investigador principal no Centro Interuniversitário da História das Ciências e Tecnologia e docente na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Em entrevista à Renascença em tempo de Quaresma, fala sobre o sentido da vida e do trabalho que realiza. Como resumiria o seu trabalho actual? Hoje em dia o que faço é trabalho histórico. É preciso gostar do trabalho de arquivo, de investigação de documentação primária. Sempre gostei de trabalhar em grupo, foi uma coisa que aprendi nas ciências, ...

Os segredos das bibliotecas religiosas portuguesas

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Virgílio Azevedo, Expresso, 20160227 Catálogos das 400 antigas bibliotecas foram estudados durante seis anos. E revelam como a Igreja difundiu o conhecimento Luana Giurgevich e Henrique Leitão, autores do livro “Clavis Bibliothecarum”, na Biblioteca da Academia das Ciências, antigo Convento de Nossa Senhora de Jesus de Lisboa FOTO LUÍS BARRA Esta é a verdadeira chave para entrar no mundo sem fim das antigas bibliotecas dos mosteiros, conventos e instituições religiosas portuguesas, uma chave que abre a investigação científica a novas áreas totalmente inexploradas. E vai certamente obrigar a reescrever a História de Portugal até 1834, ano em que a Revolução Liberal decretou a extinção das ordens religiosas. Chama-se “Clavis Bibliothecarum” (“Chave das Bibliotecas” em latim) e é um livro de 1000 páginas que reúne, de uma forma exaustiva, os catálogos e inventários de mais de 400 bibliotecas. Durante seis anos, Luana Giurgevich e Henrique Leitão levaram a cabo uma ta...

Discurso do Prof. Henrique Leitão na abertura do ano académico da Universidade de Lisboa 2015

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Dizer «o que é o ser humano» é o drama da atualidade

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A gência Ecclesia   22 de Janeiro de 2015, às 15:45 Vencedor do Prémio Pessoa 2014 vai participar no II Encontro Nacional de Leigos, este sábado, no Porto Lisboa, 22 jan 2015 (Ecclesia) – Henrique Leitão, Prémio Pessoa 2014, vai participar no II Encontro Nacional de Leigos, sobre o tema "Recolocar o Homem no centro", e considera que o grande "drama" da atualidade é dizer "o que é o ser humano". "O grande drama, a grande dificuldade, aquilo que ainda há hoje para fazer é deixar claro o que é ser humano, o que é viver humanamente", disse o investigador em História das Ciências em declarações á Agência ECCLESIA. "Recolocar o Homem no centro da sociedade, do pensamento e da vida" é o tema do II Encontro Nacional de Leigos, formulado de uma forma "muito importante e muito atual", considera Henrique Leitão. "Vou falar deste tema a partir do meu ponto de vista, do encontro entre as ciências e as humanidades, de...

Um forte estímulo para o estudo da História

MARIA DO CARMO VIEIRA   21/12/2014 - 00:39 Foi com os meus alunos que tive a certeza de que um professor pode contagiar favoravelmente os seus alunos se ele próprio amar o que ensina. Como é natural, lembro-me bastantes vezes dos meus ex-alunos e retenho muitas das palavras trocadas, em encontros ocasionais ou previamente combinados que invariavelmente significam o retorno "à nossa escola". Nessa reconstituição de um tempo que nos aviva lembranças, recordamos antigos colegas, professores e empregados e revemos histórias que nos marcaram, numa expressão de mútua afeição pelo espaço onde nos conhecemos e trabalhámos e do qual continuaremos espiritualmente a fazer parte. As histórias que vou contar incidem sobre duas escolas, sendo Fernando Pessoa relevante porquanto foi com a leitura assídua da sua obra que tomei consciência da verdade de Paul Ricoeur: […] li, compreendi, amei , e foi com os meus alunos, despertos para a leitura do poeta, que tive a cert...

Henrique Leitão: Entrevista ao vencedor do prémio Pessoa 2014

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Expresso, 2014.12.20 Entrevista Virgílio Azevedo Fotografias Luís Barra A historiografia portuguesa tem de ser reescrita, defende o Prémio Pessoa 2014, porque a História da Ciência feita em Portugal tem sido contada de uma forma miserabilista. Henrique Leitão, o físico teórico que se tornou historiador, diz que o desenvolvimento científico português na época das Descobertas, nos séculos XV e XVI, foi fundamental para a a revolução científica europeia do século XVII. E o seu trabalho de investigação tem provado cada vez mais esta realidade incontornável Henrique Leitão é investigador principal e um dos fundadores do Centro Interuniversitário de História das Ciências e Tecnologia da Universidade de Lisboa, além de professor da Faculdade de Ciências. Eclético, combina uma sólida formação científica com um profundo conhecimento humanista. Autor de dezenas de livros e artigos, a sua grande paixão é o estudo da obra do matemático Pedro Nunes. Foi curador em 2013 da exposiç...

Cristianismo forneceu a base da ciência diz Henrique Leitão

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senzapgare , 2014.12.17 Henrique Leitão, o vencedor do Prémio Pessoa 2014, é um físico teórico de formação, mas que a dada altura se virou para as humanidades para perceber melhor a História da Ciência. Mas é também um homem de fé e a inter-relação entre todos os seus saberes e todos os seus estudos permite-lhe dizer que  foi o Cristianismo que forneceu a base para o desenvolvimento da ciência moderna. "Se não houvesse uma base cristã nunca teria havido, propriamente, ciência moderna,  porque se hesitava sobre aspectos que são absolutamente centrais para haver ciência", afirma Henrique Leitão, em entrevista ao programa "Terça à Noite" da  Renascença . O historiador explica: "Para se poder fazer ciência é preciso ter um conjunto muito específico de ideias sobre a natureza. Ora, sucede que o Cristianismo fornece, precisamente, essas ideias.  O Cristianismo afirma que a natureza é boa, a natureza é racional  e a natureza é contingente, que quer dizer ...

Sem base cristã não haveria ciência moderna

Em entrevista à Renascença, o vencedor do Prémio Pessoa, Henrique Leitão, explica porque é que a ciência moderna progrediu na Europa. 16-12-2014 23:28 Henrique Leitão, o vencedor do Prémio Pessoa 2014, é um físico teórico de formação, mas que a dada altura se virou para as humanidades para perceber melhor a História da Ciência. Mas é também um homem de fé e a inter-relação entre todos os seus saberes e todos os seus estudos permite-lhe dizer que foi o Cristianismo que forneceu a base para o desenvolvimento da ciência moderna.  "Se não houvesse uma base cristã nunca teria havido, propriamente, ciência moderna, porque se hesitava sobre aspectos que são absolutamente centrais para haver ciência", afirma Henrique Leitão, em entrevista ao programa "Terça à Noite" da  Renascença . O historiador explica: "Para se poder fazer ciência é preciso ter um conjunto muito específico de ideias sobre a natureza. Ora, sucede que o Cristianismo fornece, precisamente, e...

Entrevista a Henrique Leitão por Francisco Sarsfield Cabral

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Henrique Leitão distinguido com Prémio Pessoa 2014

Agência Ecclesia   12 de Dezembro de 2014, às 17:47 Henrique Leitão, doutorado em Física e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, é o vencedor do Prémio Pessoa 2014. O investigador do Centro Interuniversitário de História da Ciência e da Tecnologia, na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa participou na iniciativa "Átrio dos Gentios", do Conselho Pontifício da Cultura para o diálogo entre crentes e não crentes, que decorreu em Braga em novembro de 2012. Na altura, Henrique Leitão destacou que o Cristianismo permitiu que o discurso culto sobre ciência passasse a ser "partilhado por toda a gente". "Nenhuma força promoveu mais culturalmente a ideia de uma natureza que permite que se faça ciência do que o Cristianismo", referiu. O Prémio Pessoa é uma iniciativa do jornal semanário Expresso e da Caixa Geral de Depósitos que, desde 1987, distingue a personalidade portuguesa cuja obra se tenha destacado nas áreas da...

Obrigado, Henrique

É uma sensação estranha ouvir / ler a notícia de que um amigo foi galardoado com um Prémio da dimensão do Prémio Pessoa. É uma alegria e um orgulho semelhantes ao que se sentiria com alguém da nossa família próxima. E é mesmo assim, é um parente do mesmo grau daqueles a quem Jesus se referia quando explicava quem eram a sua mãe e os seus irmãos. O orgulho tem a ver com esta especial familiaridade que nos faz olhar para a vida com o mesmo olhar. E tem, sobretudo, a ver com o facto de a sua actividade científica procurar também entender a verdadeira contribuição daqueles que nos antecederam com esta mesma visão do mundo e da história. São devidos parabéns, no sentido radical da palavra, isto é, que este galardão seja para bem, mas sobretudo, um grande obrigado por esta visibilidade – testemunho é a palavra certa – que a procura científica e a procura da verdade são uma coisa só. Um abraço de amizade Pedro Aguiar Pinto