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Os segredos das bibliotecas religiosas portuguesas

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Virgílio Azevedo, Expresso, 20160227 Catálogos das 400 antigas bibliotecas foram estudados durante seis anos. E revelam como a Igreja difundiu o conhecimento Luana Giurgevich e Henrique Leitão, autores do livro “Clavis Bibliothecarum”, na Biblioteca da Academia das Ciências, antigo Convento de Nossa Senhora de Jesus de Lisboa FOTO LUÍS BARRA Esta é a verdadeira chave para entrar no mundo sem fim das antigas bibliotecas dos mosteiros, conventos e instituições religiosas portuguesas, uma chave que abre a investigação científica a novas áreas totalmente inexploradas. E vai certamente obrigar a reescrever a História de Portugal até 1834, ano em que a Revolução Liberal decretou a extinção das ordens religiosas. Chama-se “Clavis Bibliothecarum” (“Chave das Bibliotecas” em latim) e é um livro de 1000 páginas que reúne, de uma forma exaustiva, os catálogos e inventários de mais de 400 bibliotecas. Durante seis anos, Luana Giurgevich e Henrique Leitão levaram a cabo uma ta...

Achar e saber

MIGUEL ESTEVES CARDOSO Público 02/07/2015 Ainda bem que podemos achar e saber ao mesmo tempo. "Achas que os rapazes de agora são diferentes dos rapazes da tua geração?" A resposta certa é "Acho que sim mas sei que não, que não são". Acho que sim porque me parece que os rapazes de agora são mais civilizados, menos predadores, mais solitários e bem comportados do que os rapazes do meu tempo. Mas sei que não é assim porque desde que os seres humanos começaram a escrever os velhos acharam sempre que os novos eram muito piores ou melhores do que eles. E os novos também foram caindo sistematicamente no mesmo erro. Achar é encontrar a primeira coisa que cada um de nós tem, que é a vaidade. Achar é como pensar "no meu tempo..." em que as reticências tanto podem assinalar que era tudo melhor ou que tudo era mais difícil. Ou, frequentemente, que naquele meu tempo que, obviamente, só eu sei definir, as coisas não só eram mais difíceis mas, por serem difíce...

O mistério gera espanto e o espanto é a base do desejo humano de compreender

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Mistery creates wonder Pandaemonium , August 26, 2012  ‘…and wonder is the basis of man’s desire to understand.’ It is not the phrase for which Neil Armstrong, who sadly died this weekend , will always be remembered. But it is the one that perhaps best sums up not just Armstrong’s vision but also the sense that to be human is forever to be reaching out to grasp what may seem beyond us. And that once we stop doing this, we diminish ourselves as humans. ...