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A mostrar mensagens de Novembro, 2007

Spe Salvi

Spe Salvi

Petições

Declaração de solidariedade com o Santo Padre (Abril de 2009) Homenagem Filatélica a D. Nuno Álvares Pereira (Fevereiro de 2009) Petição Internacional pelos Direitos e Dignidade da Pessoa Humana e da Família (Novembro de 2008)

Concursos abertos

Concurso de fotografia "Open our eyes wider" até 15 de Maio de 2009

Santa Isabel da Hungria (1207-2007)

Igreja celebra os 800 anos do nascimento de uma das mulheres mais extraordinárias da Idade Média . 1. Santa Isabel da Hungria nasceu em 1207 e morreu em 1231, com 24 anos vividos com grande intensidade. Isabel aparece nas páginas da história como Princesa da Hungria, Grande Condessa da Turíngia e Penitente Franciscana. A sua memória litúrgica é no dia 17 de Novembro. Filha do Rei André II e de Gertrudes de Andechs-Merano, casou-se aos catorze anos com Luís IV, Landgrave ou Grande Conde da Turíngia. Teve três filhos: Germano, o herdeiro do trono, Sofia e Gertrudes. Ficou viúva aos 20 anos. Foi canonizada pelo Papa Gregório IX, em 1253. É tia-avó de Santa Isabel de Portugal. 2. Com a morte do marido, a Grande Condessa dá lugar à Irmã Penitente. Ela é a primeira figura feminina que mais genuinamente encarna o espírito penitencial de Francisco de Assis: fé profunda em Deus, vida humilde e serviço aos pobres e doentes. Está na origem da Ordem Terceira Franciscana, Secular e Regular. A

A CHEGADA DA MORTE

Maria José Nogueira Pinto | DN 2007.11.11 Com o fim das grandes escatologias, das perspectivas colectivas de um final feliz, religiosas ou científicas, como foi o caso do marxismo, os seres humanos viraram-se para um individualismo feroz, projectos próprios de felicidade e de futuro, despidos de transcendência, valores ou referências. Numa cultura caracterizada pelo valor máximo do sucesso pessoal, da beleza e da perfeição, o sofrimento e a morte, a percepção do outro e a referência da dignidade humana foram-se perdendo.  Dizia-se que começávamos a morrer no dia em que nascíamos. Hoje, esta afirmação parece uma indelicadeza desnecessária. O mito dos recursos inesgotáveis da ciência e da tecnologia criou a convicção de ser possível eliminar todo o sofrimento e adiar indefinidamente a morte. Estas expectativas esbarram inevitavelmente com aquilo que é e será sempre a condição humana: uma condição forte e fraca, gloriosa e pungente, perfeita e imperfeita

Jornal das Boas Notícias, 20

JBN20