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A mostrar mensagens com a etiqueta Educação sexual

É melhor não, nos tempos que correm…

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Estêvão Nascimento da Cunha       OBSERVADOR          21.10.2018 O caso deixa evidente que a dita “educação sexual” nas escolas não passa de um veículo para uma doutrinação ideológica de Estado, pela qual passam as maiores violências e perversões contra as crianças O infame inquérito a que, no âmbito da disciplina de Cidadania, sujeitaram crianças de nove anos na Escola Francisco Torrinha suscitou, segundo vários jornais e meios de comunicação sempre moderadamente anunciaram, indignação nas redes sociais. Na sua preocupação com a isenção, as notícias nunca deixaram de dar bem conta – no meio da indignação geral – da existência de opiniões muito favoráveis a este tipo de inquéritos, inclusivamente de pais, “ porque é preciso incutir-se nas crianças a igualdade de género ”. Na sua maioria as reacções relatadas foram cheias de cautela e paninhos quentes, desde uma “ representante da associação de pais ” que, apesar de afirmar n...

Educação para a Sexualidade: Desafios à Liberdade em Portugal

FERNANDO ADÃO DA FONSECA   05.01.17   público Todas as polémicas geradas a partir deste assunto são meras formas de ditadura e de ataque à liberdade. Em última instância, olhando até de forma alargada para estes últimos cem anos da história da educação em Portugal, percebemos logo que a estagnação grassa em todos os momentos e nas épocas diferentes pelas quais fomos passando. A escola que hoje temos, num regime que se diz livre e apologista da liberdade é, grosso modo, a mesma escola que o Estado Novo instituiu, que não só não usa nem motiva a liberdade, como ainda está obsoleta quando pensamos que não responde com qualidade aos desafios que o país lhe coloca actualmente. Mas, mesmo num regime que herdou do período anterior à revolução de 1974 as práticas totalitárias próprias de outros tempos, e que, de forma centralizada e monolítica, amordaça as escolas e os professores e despreza o direito constitucional à liberdade de educação dos alunos e das suas famílias, su...

Terrorismo, morte ou sexo. Falar com as crianças, mas sem detalhes

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DN  22.12.16 Pais devem abordar os assuntos só quando são questionados pelos filhos e sem pormenores que os deixem ansiosos. Aos 9 anos, Filipa começou a falar sobre a morte. Ficava triste, porque imaginava que o pai ou a mãe podiam morrer. "Percebeu que somos finitos, que não duramos para sempre". Depois veio a público a foto do corpo de uma criança síria encontrada numa praia turca. Luís e Lúcia, pais de quatro raparigas - Maria, de 16 anos, Daniela, de 15, Filipa, agora com 10 e Ana, de 6 - falaram então sobre refugiados. "Tentamos mostrar a realidade com uma linguagem que entendam", conta Luís. Dois meses depois, os atentados em Paris, onde vive uma prima. "Mesmo com as mais novas, tivemos de falar sobre o terrorismo. Queremos que saibam o que se passa, mas há imagens e pormenores que não acrescentam nada ao que têm de saber sobre o assunto, porque só as vai assustar mais", frisa. Responder às perguntas das crianças sobre sexo ou explica...

Consultas públicas em vésperas de Natal

LAURINDA ALVES  20.11.16  OBSERVADOR A consulta pública do ministro da Educação acaba domingo de Natal, dia espectacularmente adequado para fazer consultas sobre matérias tão complexas, delicadas e sensíveis como o aborto. Bonito serviço. Estamos na semana do Natal e que melhor altura senão esta para fazermos consultas públicas sobre o ensino de educação sexual nas escolas? Apetecia muito mais escrever sobre outras coisas, mas as notícias são o que são, e como os timings de certos ministros e seus directores-gerais não são nada inocentes, começo por contar uma história real que se passou há tempos, com alunos de 11 e 12 anos, a frequentarem um liceu público que conheço muito bem. Os alunos e o liceu, quero dizer. Num dia de sol de Inverno como estes de agora, eis que aterra na escola uma brigada expressamente enviada pelo Ministério da Educação para dar aulas de educação sexual às criancinhas e jovens. Os formadores vinham aos pares e traziam consigo sacos de...

Sumário: 1. Ditongos; 2. O Aborto

JOSÉ DIOGO QUINTELA   CM  19.12.16 Acho estupendo que se comece a leccionar o que é o aborto a crianças do 5º ano. Aliás, acho que se devia leccioná-lo a crianças ainda mais novas. Quanto mais novas, mais fresca a memória do que podia ter sido. O Ministério da Educação tem de adoptar o método que aplico cá em casa e que tão bons resultados tem granjeado. Ainda esta semana foi-me muito útil o facto de a minha filha de 5 anos ser doutoranda em aborto: - Filha, temos de falar sobre o Nenuco que pediste para o Natal. - O que foi? - O Nenuco foi abortado. - Ah! Foi espontâneo ou desmancho? - Desmancho. Na ecografia das 8 semanas descobriu-se que era feito de borracha. Tiveram de interromper a gestação. - E agora? O que é que eu recebo? Terá sobrado alguma coisa da raspagem? - Vou ver se é possível entregarem o que ficou do saco de plástico amniótico. - Ok. Eu percebo, papá. De certeza que foi uma escolha difícil. Com esta brincadeira já poupei 60 euros. Quem defende o ensino ...

Participação na Consulta Pública

ROSÁLIA LINCHO Exmos. Senhores políticos e membros do ministério de educação, Tomei conhecimento do programa ideológico em anexo, que denominaram “referencial de educação para a saúde”. A denominação está viciada por erro uma vez que este “referencial” nada tem a ver com a saúde, pelo que é enganosa. Com este “programa”, os políticos e os titulares dos cargos decisores do ministério da educação preparam-se para ministrar despoticamente uma ideologia totalitária e viciada a alunos a partir do primeiro ciclo, a saber: ideologia do género e ideologia de acordo com a qual a sexualidade humana e reprodutiva é semelhante à dos animais. Este programa é perverso porque desrespeita em absoluto a natureza humana e o ser humano e coincide exclusivamente com uma ideologia  sem qualquer aderência à realidade e consubstancia uma propaganda ilegítima da mesma. É manipulador e tanto mais condenável quanto  tenta formatar cérebros de crianças de tenra idade, inculcando-lhe questões...

“Uma grande celeuma”: Governo propõe tema do aborto a partir do 5º ano

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EXPRESSO ONLINE   13.12.16 Ministério da Educação abriu à consulta pública o referencial da Educação para a Saúde, que inclui o tema da interrupção voluntária da gravidez na educação sexual para alunos do 5º e 6º ano. Como resposta, mais de 4.500 pessoas assinaram uma petição contra a apresentação deste tema a crianças de dez e 11 anos. Ministério da Educação quer implementar nas escolas portuguesas um referencial para a Saúde, que integra - para além de temas dentro da saúde mental e prevenção da violência, educação alimentar, atividade física, comportamentos aditivos e dependências -, a temática dos afetos e da educação para a sexualidade. Mas um movimento de cidadãos contesta uma das propostas do documento da Direção-Geral da Educação (DGE) que pretende servir de referência às escolas. A petição online [http://www.citizengo.org/pt-pt/lf/39489-aborto-educacao-sexual-em-portugal-diga-nao], que conta já com mais de 4.500 assinaturas, questiona a pertinência de se introd...

Educação Sexual :: Participação de uma mãe na consulta pública

From:  Joana Quintela Sent:  segunda-feira, 12 de Dezembro de 2016 13:23 To:  ' dseeas@dge.mec.pt ' Subject:  consulta pública do referencial de educação para a saúde Importance:  High Exmos. Srs., Venho por este meio expressar a minha opinião sobre o documento Referencial de Educação para a Saúde. 1º - Espanta-me muito que um documento tão importante e relevante, seja posto a Consulta Pública, sem que as Entidades Responsáveis tenham emitido qualquer comunicado sobre  a mesma, para a Comunicação Social. Assim todos os interessados poderiam participar activamente, dando opiniões e sugestões. Fiquei a saber desta consulta porque, por acaso, o jornal o  Público , publicou uma notícia sobre o assunto. Feilzmente houve quem visse  e pusesse a notícia a circular nas redes sociais. De outra maneira, ninguém teria sabido de nada! Isto fica muito mal ás Entidades Responsáveis. 2º - Como é que é possível fazer um projecto com esta rele...

O grande educador sexual

INÊS TEOTÓNIO PEREIRA   10.12.16   DN Já no próximo ano letivo, uma criança com 5 anos pode aprender educação sexual no pré-escolar através de temas pedagógicos como este: "Desenvolver uma atitude positiva em relação ao prazer e à sexualidade." Cinco anos.  Já aos 10 é possível assistirem a aulas sobre contracetivos e aborto. Dez anos. Não sei porquê mas em Portugal convive-se bem com o conceito do Estado Grande Educador: não aflige ninguém que o Estado nos entre pela casa dentro e imponha como é que os nossos filhos devem ser educados. Não é quais as competências que as crianças devem adquirir a Matemática, Geografia ou Português. Isso é fascismo. Não, é mesmo o que eles devem pensar, como devem ser formados. Imaginem que há por aí famílias que só querem explicar aos filhos o que é o aborto depois de eles saberem como nascem os bebés? Um perigo. Ora, na dúvida sobre quem são os pais, o Estado antecipa-se através dos bancos da escola a educar os filhos segundo...

Consulta pública do Referencial para a Educação da Saúde

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Foi prorrogado o período de consulta do referencial de educação para a saúde. A direcção geral de educação co nvida os interessados a enviar sugestões de melhoria do documento, devidamente fundamentadas, até às 12:00h do dia 19 de dezembro de 2016, para  dseeas@dge.mec.pt . Transcreve-se abaixo o conteúdo das páginas 69 à 82 deste documento que podem encontrar por inteiro aqui AFETOS e EDUCAÇÃO PARA A SEXUALIDADE A Organização Mundial de Saúde define a sexualidade como “uma energia que nos motiva para encontrar amor, contacto, ternura e intimidade; ela integra-se no modo como sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo ser-se sexual. A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”. A sexualidade está presente no nosso dia-a-dia e, por isso, a sua abordagem não pode estar confinada a um a “disciplina”. Sendo a escola um lugar h...