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Liberdade de educação

LIBERDADE DE EDUCAÇÃO Defesa da Escola. Ponto. Aspecto da manifestação d...  fotografia A escola do crime  Alberto Gonçalves Os padres, primeiro  Helena Ramos Salvar o Liceu Alexandre Herculano  José Pacheco Pereira Contratos de associação, o processo da sua extinçã...  Pe. José Maria Brito Defesa da Escola. Ponto A história repete-se  Henrique Pereira dos Santos Outras leituras  João Miranda Olha, o Ministério da Educação não sabe fazer cont...  José Manuel Fernandes A propaganda socialista contra os contratos de ass...  Carlos Guimarães Pinto O ensino privado é um toalhete Kleenex  José Miguel Júdice Escolas públicas ou estatais?  D. Nuno Brás Modelos de sistema de ensino  João Miranda A escola pública e o colégio privado  José Miguel Sardica Quem é Mário Nogueira?  Henrique Raposo Manifesto por um verdadeiro debate público sobre a...  Afonso Espregueira Olá camaradas: depois do soviete da Ed...

Dossier Eutanásia

EUTANÁSIA 2017 Eutanásia, quem é que decide afinal    Afonso Espregueira As consequências da legalização da eutanásia Paulo Afonso Entre a vida e a morte  José Ribeiro e Castro EUTANÁSIA sim ou não?   Notícias Magazine Miguel Guimarães  Entrevista ao novo bastonário da ordem dos médicos Dr. Gentil Martins  Entrevista de vida 2016       Olhar para a vida de forma positiva: Eutanásia?  Fernando Maymone Martins        Eugenia e eutanásia   Henrique Raposo       Os europeus não estão loucos   Raúl de Almeida       Ou morfina ou uma bala  Inês Dias da Silva       L egalizar a Eutanásia Isabel Galriça Neto        Eutanásia, a carta dos 5 Bastonários          Eu, tu e a eutanásia  António Pedro Barreiro     Manifesto a favor da eutanásia cristã  Pe. Gonçalo Portocarr...

A crise da imprensa escrita

Sobre uma espécie de obituário delirante que ALC comete no Público , Jorge Costa, O insurgente, 2015.12.29 Para não acabar de vez com os jornais (e a democracia) , Alexandra Lucas Coelho, 2015.12.27

40 anos do 25 de Novembro

Há 40 anos e um dia | Francisco Assis | 2015.11.26 25 de Novembro: ”A História tem um problema: o seu... 25 de Novembro. O fim da revolução, mas só para al... O 'mistério' do 25 de Novembro de 1975  (artigo de 2006) Plenário Nacional de Agricultores em Rio Maior há ... 25 de Novembro: o fim da revolução O 25 de Novembro e a opção ocidental  João Carlos Espada

Dossier Charlie Hebdo - Liberdade de expressão e terrorismo

Defender a liberdade, sim; ser Charlie, não   Mário Pinto Charlie e eu   Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada Liberté, égalité, fraternité   Raquel Abecasis Ensaio: A Rainha das Liberdades   Gonçalo Almeida Ribeiro Ser Charlie na Arábia Saudita e na Câmara de Lisbo...   Maria João Marques As origens tolerantes da intolerância   Rui Ramos O que é que o "Charlie Hebdo" tem a ver com as men...   Eunice Lourenço De como a Caridade supera a Justiça   Pe. Duarte da Cunha Não acreditem nos jihadistas   Rui Ramos Os melhores anjos da nossa natureza   João Miguel Tavares Islão bom, Islão mau   Paulo de Almeida Sande Pela ilegitimação universal do terrorismo   José Ribeiro e Castro O problema não são os outros. Somos nós   Helena Matos Separar as águas…   João Távora Não Matar   Vasco Mina Liberdade religiosa   Inês Teotónio Pereira O nosso modo de vida   Maria Fátima Bonifácio ...

Ser ou não ser Charlie. Eis a questão

Desde há uma semana que os acontecimentos em França e as sucessivas reacções e acontecimentos consequentes nos obrigam a tomar posição. O que se passa comigo quando alguma coisa acontece, isto é, quando algum evento imprevisto intervém  no meu horizonte de experiência, resulta de uma reacção inevitável, irresistível e, inicialmente involuntária, traduzindo-se num estado de espírito de indiferença, simpatia ou antipatia. Nada existe que, entrando no horizonte do nosso conhecimento, não provoque, suscite ou determine um certo estado de espírito. A palavra que melhor correpsonde a este estado de espírito, reacção ou emoção perante o acontecimento é o sentimento. Por isso, a minha primeira reacção ao atentado terrorista à redacção da revista Charlie Hebdo foi sentimental. Ao longo do tempo, assistimos a muitas reacções que ora veiculam a opinião dominante, o politicamente correcto, ora desassombradamente têm uma posição diferente. Como é que a min...