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​Santana defende voto contra eutanásia

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rronline     12.01.2018 Eunice Lourenço (Renascença) Sofia Rodrigues (Público) O candidato à liderança do PSD não quer que o grupo parlamentar tenha liberdade de voto como regra nas matérias de ética e da moral. Em entrevista à Renascença e ao “Público”, Santana Lopes diz ter uma posição de princípio favorável ao referendo. Veja AQUI o video Pedro Santana Lopes diz que não quer pôr ninguém na ordem no PSD, ao contrário de Rui Rio, mas quer um partido mobilizado e com ideias claras, princípios e valores claros. Em entrevista à Renascença e ao jornal “Público”, admite um referendo à eutanásia e pondera não dar liberdade de voto como regra, mas só a quem invocar objeção de consciência. Miguel Relvas, na entrevista à Renascença e ao “Público”, disse que o líder que vencer estas directas tem de vencer as legislativas do próximo ano se não deverá continuar. E até lançou nomes de sucessores como Marques Mendes ou Luís Montenegro. Se Paulo Rangel ou Montenegro...

Humilde júbilo

Pedro Santana Lopes Jornal de negócios, 2015.12.10 Inaugurou-se neste dia 8, dia da Padroeira de Portugal, o Ano do Jubileu. Foi convocado a título extraordinário pelo Papa Francisco. A título extraordinário porque na Igreja Católica os anos do Jubileu são por regra de 25 em 25 anos, ao contrário do Jubileu hebraico, que era de 50 em 50 anos. Por exemplo, no ano de 1800 não foi convocado o Jubileu por causa das consequências na Europa da Revolução Francesa e dos anos agitados que lhe seguiram. Mas em 1825 houve celebrações do Jubileu, embora de modo curto. Durante todo o resto do século XIX não mais foram convocadas celebrações de Jubileu. Em 1900 voltou a acontecer com o Papa Leão XIII que fez a famosa Encíclica 'Rerum Novarum' e que pretendia assinalar também a entrada num novo século. Em 1925, com o Papa Pio XI, houve ano de Jubileu, sob o lema de reconciliação e de paz, muito inspirado nos tempos de restabelecimento de uma relação consolidada entre a Igreja Católic...

Importância de ser avô

PEDRO SANTANA LOPES | Correio da manhã, 24.04.2015 00:30 Sou avô há quatro anos. E dando muitas graças a Deus por o meu filho ter sido pai, sabe quem me conhece que me custou a habituar à ideia de ser já avô. Ironizando com a situação, disse, durante algum tempo, que era "pai de pai" e, falando do meu neto, dizia, quase sempre, o "filho do meu filho". Naturalmente, adorando o Sebastião, desde que ele nasceu. Mas, sempre gostei mais da designação dos franceses, dos ingleses ou dos alemães, que tratam por "grand-père", "greatfather" ou "großvater". O "abuelo" de Espanha ou o "avô" de Portugal sempre me pareceram mais ligados à figura do Pai Natal, com barbas brancas. Mas "grande pai" em português, não sei porquê, não dá assim muito jeito. Um dia, há cerca de um ano, numa das vezes em que o Sebastião teve de ser internado, comecei a dizer, quando fui ao hospital, que ia ver o meu "neto". Ele, en...