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Seminário Tolkien: Construtor de mundos | Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa | 29 de Maio de 2015

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O senhor dos anéis explicado pelo Padre Paulo Ricardo

Começa aos 14'

J. R. R. Tolkien morreu há 40 anos (2 de Setembro de 1973)

Blog Francisco José Viegas Correio da manhã, 2013-09-03 Na minha infância, dava-se pouca importância aos seus livros – eram um misto de catálogo de aventuras e de hermetismo. J.R.R. Tolkien (1892-1973) entrou na minha vida no final da adolescência por causa das línguas que inventou, as "línguas élficas", as de 'O Senhor dos Anéis', por cujos exemplos caligráficos me apaixonei. Mas a trilogia, originalmente publicada nos anos 50 (vinte anos depois em Portugal), é um fresco monumental que "os intelectuais" nunca absorveram realmente. O conflito na Terra Média foi inspirado nos quadros da I Guerra vividos pelo próprio Tolkien, mas o significado profundo do anel disputado e procurado pelos heróis e malvados de 'O Senhor dos Anéis' é um dos símbolos mais recorrentes da ficção universal desde a caixa de Pandora: é o instrumento do poder que se pode buscar ou recusar. Tolkien inventou um mundo, uma língua e um mapa imaginários. Morreu há q...

O Senhor dos Anéis: um testemunho de fé.

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José Maria Duque Samurais de Cristo , Junho 30, 2013 O Senhor dos Anéis é sem dúvida o meu livro preferido. Desde a primeira vez que o li, há 16 anos, todos os anos o volto a ler. E de cada vez descubro uma coisa nova. Um pormenor ou uma situação de que ainda não tinha dado conta. O que me fascina em O Senhor dos Anéis é o seu profundo cristianismo. É verdade que não há nenhuma referência a Deus no livro. De facto Tolkien fez questão de suprimir qualquer menção religiosa da obra. E contudo, ainda não encontrei nenhum romance tão cristão como este. Tolkien considerava que os mitos eram reflexos da Verdade. Eram aquilo que o homem era capaz de compreender da realidade sem a revelação. De facto, para Tolkien, a história da Revelação era um mito como os outros, com a diferença substancial de que era Verdade. Por isso O Senhor dos Anéis é um mito. Mas um mito escrito por um cristão. Um mito escrito por homem que ia a missa diariamente, que fazia adoração ao Santíssimo dia...

O Bem existe e confia em nós

Ontem, vi uma referência a este extraordinário discurso de Sam (Samwise Gangee) e minutos depois li a questão que D Nuno Brás se/nos coloca . Vale a pena traduzir o essencial do diálogo (fica o pensamento do dia): Sam: "As personagens dessas histórias…tinham uma série de hipóteses de voltar para trás, mas não o faziam. Eles continuavam…porque estavam agarrados a uma coisa." Frodo: "A que é que nos podemos agarrar, Sam?" Sam: "A que existe algum bem e muito de bom neste mundo, Senhor Frodo. E que vale a pena lutar por isso." Diálogo entre Frodo e Sam em "As duas torres" de J.R.R. Tolkien Porque é que vale a pena? Porque o Bem confia em nós