Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Povo

Começa hoja a peregrinação a Fátima

POVO  8.10.16  Parto hoje com mais 60 peregrinos na  34ª peregrinação a pé a Fátima de Comunhão e Libertação . Neste ano passam 100 anos sobre as aparições do anjo aos pastorinhos. Foi também há 20 anos que fui pela primeira vez a pé a Fátima. Muitas razões para celebrar, sobretudo fazendo memória do significado destes acontecimentos, levando-os no coração e na oração. É sempre um tempo de oração mais intensa em que todas as pessoas que cruzam a nossa vida são lembradas e rezadas. O Povo fará parte do meu pensamento e oração.

Inquérito sobre a eutanásia

POVO  4.10.16  Ontem fui avisado por um amigo do inquérito em curso na TSF sobre a legalização da eutanásia. Será o próximo tema fracturante que se preveja seja levado à Assembleia da República a seguir à aprovação do orçamento de 2017. Nem por imediatamente antes desta notícia a frase do dia de Chesterton avisava que um machado só pode ser parado enquanto ainda vai no ar. A adesão do Povo ao inquérito contribuiu para inverter o sentido dos resultados do inquérito pelo que vos estou imensamente grato ,mas é preciso chamar mais gente a participar Portugal deve legalizar a morte assistida? 37% Sim 62% Não 1% Sem opinião (Resultados às 18:50 de 4 de Outubro de 2016) 46% Sim 53% Não 1% Sem opinião (Resultados às 10:11 de 4 de Outubro de 2016) 75% Sim 25% Não  (Resultados às 11:22 de 3 de Outubro de 2016) Dê a sua opinião  aqui Vigilância  Um golpe de machado só pode ser parado enquanto ainda vai no ar.  Participe Preciso ta...

Lendas e narrativas

POVO  15.09.16  Nos últimos dias, o Povo acompanhou de mais perto o discurso governativo do senhor primeiro-ministro, a partir das espantosas afirmações sobre o sucesso deste governo na "subida do nº de matrículas mo ensino superior". Em várias outras ocasiões o senhor primeiro-ministro não disse a verdade e, como resultado, vários opinion-makers, analisaram este fenómeno de iludir a realidade contando sobre ela uma narrativa que é válida para quem a constrói.  Parece-me que só seremos levados por essa narrativa se quisermos ser levados por omissão ou acção. Por isso, começo a coleccionar pequenas notas sobre  Como se constrói uma "narrativa"  para memória futura.

Início do ano lectivo

POVO  12.09.16  Hoje começam as aulas. Um marco importante para mim, porque marca o retomar de uma normalidade, interrompida pelas férias escolares. É sempre um frenesim o dia em que se conhecem as colocações do ensino superior. Nunca, porém, tinha ouvido um primeiro ministro dizer que um aumento de 2% nas " matrículas no Ensino Superior demonstra bem que a grande quebra não era demográfica, mas sim devida às dificuldades financeiras " que as pessoas sofriam e que, garante, " agora estão um pouco minoradas ", sobretudo quando esse aumento se verifica, pelo menos há três anos e ainda mais quando o seu governo tem apenas 10 meses. O mais grave é a total ausência de contraditório  como diz aqui  Henrique Pereira dos Santos. A urgência da questão da liberalização da eutanásia, compele-me a pedir-vos todo o vosso empenho na  Petição "Toda a Vida tem Dignidade" Pedro Aguiar Pinto

O regresso do Povo

POVO  1.09.16  O Povo regressa hoje do período de férias que decorreu, como habitualmente, durante o mês de Agosto. Ao longo deste mês o blog Povo continuou a recolher as notícias mais significativas que lá podem ser lidas. Como já tem sido habitual, o regresso de férias inicia-se com um número do Jornal das Boas Notícias. Infelizmente, as notícias que vamos lendo e ouvindo são, na sua enorme maioria, acontecimentos que merecem atenção porque são negativos. Procurei, dentro das notícias de Agosto, seleccionar aquelas que trazem contribuições positivas, para construir este  número 33 do Jornal das Boas Notícias . Às vezes, um juízo justo sobre um acontecimento infeliz, por exemplo, o surto de incêndios florestais, é um contributo positivo para cada um de nós fazer o seu juízo pessoal e, assim, é também um a boa notícia. Faço votos de um ano de trabalho vivido com seriedade, inteligência e entusiasmo Pedro Aguiar Pinto

Católicos na praça pública

POVO  21.07.16  Ontem, mais uma vez um enorme desapontamento com os nossos representantes na Assembleia da República.  A louvável tentativa de adiar a votação para permitir a discussão foi chumbada pela diferença de um voto. Vai-se ver e a líder do CDS não estava presente. Se tivesse estado a história seria diferente. Não quero ser injusto com esta apreciação, mas parece-me necessário que a participação dos católicos na coisa pública deve ser mais efectiva. Vale, por isso, a pena participar da conferência de logo à tarde de Sophia Kuby no Centro Cultural Franciscano às 18:30. Como me parece que a votação de ontem é claramente atentatória de uma discussão alargada, característica fundamental das sociedade democráticas, recomendo ainda mais um esforço nas tarefas do Povo. Desta vez esteve quase… Há-de chegar o dia em que teremos uma voz efectiva.

Lei natural

POVO  14.17.16  A lei natural é o único baluarte válido contra o arbítrio do poder ou os enganos da manipulação ideológica. O conhecimento desta lei inscrita no coração do homem aumenta com o progredir da consciência moral Joseph Ratzinger _______ Apelo à vossa consciência moral para um último esforço antes de férias na mobilização pelas três causas do Povo: (1) até dia 20 concretizar 4000 assinaturas para a realização de um referendo sobre a gestação de substituição, (2) dar um novo ímpeto à petição Toda a Vida tem Dignidade contra a eutanásia e (3) concretizar o objectivo nacional da iniciativa europeia momdadandkids em defesa da família baseada no casamento heterossexual (ver Tarefas do Povo abaixo) 

Já viram este tempo?

POVO  18.6.16  "Abril chuvoso, Maio ventoso e Junho amoroso, fazem um ano formoso" Provérbio : s.m. Frase curta, geralmente de origem popular, frequentemente com ritmo e rima, rica em imagens que sintetiza um conceito a respeito da realidade ou uma regra social ou moral. (Dic. Houaiss) Abre uma nova categoria de frases do Povo.  A propósito da estranheza deste tempo de Junho, das chuvas de Maio e já não me lembro como foi o tempo em Abril.

Novidades do Povo

POVO  6.6.16  Duas novidades no Povo que surgiram ontem como ideia. Uma nova categoria de  posts  que chama a atenção para Títulos espantosos dos jornais. Começo com este  Suíços rejeitam receber 2260 euros por mês só por estarem vivos… . O título dá a ideia que "alguém" muito generoso dá e os suícos rejeitam. Outra categoria que reúne personagens e lugares da Bíblia que surgiu como curiosidade de saber onde era  Sarepta , a propósito da 1ª leitura da missa de Domingo.

Novidades no Povo

POVO  4.5.16  Novidades: Vou experimentar usar ⭐️ para classificar os textos que proponho. Dir-me-ão se esta informação é útil Uma nova secção: Tarefas do Povo . Reúne iniciativas que, pela sua importância, pelos valores que estão em causa, merecem um empenho especial do Povo. Neste momento há 3 destes valores que são mais abertamente postos em causa: a  liberdade de educação , a  família nascida do casamento entre homem e mulher  e a  vida no seu princípio  e no seu  fim  naturais. A sua urgência fazem delas tarefas, não apenas gestos facultativos. Quer assinando quer divulgando quer participando publicamente cada um de nós junta-se a este povo que tem consciência que  é n'Ele que vivemos, nos movemos e existimos   no dizer de S. Paulo —————————— TAREFAS DO POVO Eu Escolho a Escola do meu Filho!  petição (10682 assinaturas até hoje) TODOS OS CIDADÃOS TÊM A MESMA DIGNIDADE SOCIAL E S... petição (3772 assinaturas a...

Os quinze anos do Povo

POVO  19.4.16  Por estes dias o Povo faz quinze anos. A data não é certa porque naqueles primórdios das mailing lists foram enviadas umas mensagens de teste e depois iniciou-se o envio mais regular mas sem cortar fita nenhuma.  Na página 4, "2004: A mensagem 1000" conta como tudo começou. 15 anos é tempo que merece uma menção especial e, por isso, escolhi para  este Jornal das Boas Notícias , uma notícia ou artigo por ano. A escolha é um bocadinho casual: são todos, ou quase, do mês de Abril, apesar de haver duas ou três excepções. O título é precedido pelo ano em questão. As excepções mais significativas dizem repeito a acontecimentos significativos da vida que entretanto correu, porque 15 anos são um tempo considerável na vida de uma pessoa. Com a devida vénia aos autores do Comunicado final do Meeting Lisboa 2016, uso partes deste texto: A Boa Notícia que desejo é uma afeição nova, uma nova humanidade que não é uma vanguarda, mas o Resto de Israel, um...

O blog Povo faz hoje 8 anos

No dia 30 de Março de 2008, o Povo iniciou-se no mundo dos blogues. Até aí era apenas uma mailing list que só chegava aos seus leitores por uma mensagem, tentativamente diária de e-mail. Desde então todas as mensagens e respectivos anexos (imagens, por exemplo) passaram a poder ficar armazenadas no blog http://o-povo.blogspot.com  e catalogadas por assuntos. Esta foi a primeira mensagem arquivada no blog:  Alteracoes a lei do divorcio, novidades no Povo e "Divorcio abre nova guerra" .  De então para cá o Povo acumulou (e catalogou) 10 857 artigos ( posts ) e foi visto 2 337 665 vezes ( pageviews ).

De quem é a culpa do terror

Henrique Monteiro, Expresso, 2016.03.25 Tornou-se, mais ou menos, um dever arranjar culpados, entre nós, para os ataques terroristas. À frente na lista, e com destaque, temos George W. Bush, acompanhado de Blair, Aznar e o caseiro Durão Barroso. Não fora a guerra no Iraque — dizem-nos — e estes tipos do Daesh não existiam, ou não tinham expressão. É claro que o facto de a guerra ter sido decidida na sequência do 11 de setembro de 2001, quando a Al-Qaeda derrubou as Torres Gémeas em Nova Iorque, provocando uma matança de inocentes, nada significa para esta tese. Mas admitamos que sim, que há uma relação direta entre isso e o terror. E mais, entre a ação da Europa na Líbia e o terror; entre a nossa ação nas primaveras árabes e o terror. Algumas consciências europeias adoram autofustigar-se, e temos de fazer-lhes a vontade. Claro que esta tese também não explica o terror do Boko Haram na Nigéria ou a matança jiadista na Costa do Marfim, bem como os atentados de Bali e muitos ou...

A educação de um povo

VASCO PULIDO VALENTE Público 12/12/2015 Em 2015 não devemos esperar muito do futuro, porque nós próprios somos responsáveis pelo nosso destino e a nossa responsabilidade, talvez não por nossa exclusiva culpa, não é muita. O primeiro regime supostamente “representativo” que houve em Portugal não foi o resultado de nenhum movimento interno. Foi resultado da guerra contra os franceses, do exílio de D. João VI no Rio e da perda do monopólio colonial. Um pronunciamento militar, o “24 de Agosto”, conseguiu impor aos portugueses uma Constituição “radical” e a burocracia, a Igreja e o exército escolheram os deputados, depois de um simulacro de eleições. Nem a “classe média”, nem evidentemente o povo que vivia da terra participaram no exercício. Entre tentativas de rebelião armada, as Cortes Soberanas duraram pouco tempo (um ano e uns meses) e não trouxeram a ninguém qualquer educação para a liberdade e o respeito da lei. Portugal voltou ao antigo regime até à morte de D. João em 1825. ...

Povo e massa

Recebi ontem duns amigos a tradução da mensagem de Natal de 1944 do Papa Pio XII, dedicada à democracia e à paz. É desta mensagem que saiu o mote do Povo e há muito que estava para a traduzir. A eles muito agradeço. É particularmente relevante, o facto de ser totalmente actual nos tempos que atravessamos. Recomendo vivamente  a sua leitura  de que, abaixo, dou uma pequena amostra. Para hoje é também recomendável o concerto  Messias de Händel dia 5 de Dezembro às 21h no Audi... Povo e multidão amorfa ou, como se costuma dizer, "massa", são dois conceitos diversos. O povo vive e move-se por vida própria; a massa é de si inerte, e não pode mover-se senão por um agente externo. O povo vive da plenitude da vida dos homens que o compõem, cada um dos quais - no próprio lugar e do próprio modo - é uma pessoa consciente das próprias responsabilidades e das próprias convicções. A massa, pelo contrário, espera uma influência externa, joguete fácil nas mãos de quem quer qu...

Centenas protestam frente à Assembleia contra moção de rejeição

Imagem
Sol, 2105.11.10 Centenas de pessoas concentram-se hoje frente à Assembleia da República em protesto contra a apresentação de uma moção de rejeição, assinada pelos partidos de esquerda, que pretende fazer cair o atual Governo. Com bandeiras de Portugal e da coligação Portugal à Frente (PàF) em punho, os manifestantes -- que se reuniram cerca das 13 horas - cantam o hino nacional e gritam diversas palavras de ordem, entre as quais "Costa para a rua, esta casa não é tua" e "não à moção de rejeição". Alguns cartazes envergados têm ainda outras inscrições: "Quem ganhou? Democracia não é hipocrisia", "moção de rejeição/traição à população" e "Portugal não merece um Governo do PS". A ação de protesto, convocada nas redes sociais, foi organizada pelo líder do CDS de Monforte, Mário Gonçalves. Para o mesmo local, às 15h está organizada outra manifestação, mas desta vez convocada pela CGTP.

O povo vive do empenho de cada um

O povo opõe-se à massa: vive da liberdade e da consciência de cada um Papa Pio XII  Rádio Mensagem de Natal de 1944 "Sobre a democracia" - O 6.º Natal de guerra Veio-me à memória o lema do Povo - esta belíssima definição de Pio XII nos tempos difíceis após seis anos de guerra - ao receber este SMS de um amigo:  Carissimo amigo, tenho andado para lhe perguntar se este ano há algum projeto de candidatura ao Orçamento Participativo bom para se votar, ou que nos sugira? Obrigado! Abraço VC Digo isto porque sem esta preocupação do meu amigo Vítor em procurar um critério para votar no Orçamento Participativo - uma tensão individual - não me teria lembrado de sequer olhar para as propostas concorrentes.  Outro amigo, o Miguel, com quem falei sobre o assunto, provavelmente desinquietado por mim, que fui desinquietado pelo Vítor, sugeriu-me ontem uma boa proposta para se votar. Obrigado a ambos por me tornarem presente esta realidade colectiva que é um Povo em q...

Legislativas 2015

É a segunda vez que o Povo  dá especial destaque a um processo eleitoral. Mais uma vez estas eleições têm uma aura de decisividade que me fizeram reincidir nesta posição. Todos os que lemos o Povo teremos que votar, deveremos votar. Votar é escolher e para escolher é preciso um critério. Tem sido esta, pensando nisso, a tarefa a que o Povo se dedicou nestes últimos 14 anos. Procurar e encontrar critérios que nos permitam pôr em prática o imperativo de S. Paulo: "Avaliai tudo e ficai com o que tem valor". Procurarei, pois, arrumar aqui tudo o que, durante estas próximas semanas, encontrar nesta busca de critério para fazer a escolha que é obrigação de todos no próximo dia 4 de Outubro; mesmo que não seja a escolha ideal  terá que ser a escolha possível. Alhearmo-nos deste processo é o pior que podemos fazer ao país e à nossa humanidade. Católicos e política Patriarca pede «consciência» cristã no voto A bússola dos cristãos perante a política  Giorgio ...