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Adeste Fideles: Hino Português tocado em todo o mundo no Natal

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"Adeste Fideles" é o título do chamado "Hino de Natal Português", escrito pelo Rei D. João IV de Portugal. Foram encontrados dois manuscritos desta obra, datados de 1640, no seu palácio de Vila Viçosa. Muitos outros atribuem a autoria desse hino a John F. Wade, que não pode ter composto a obra, já que o seu manuscrito data de 1743. O mais provável é que Wade tenha traduzido o Hino Português, como era chamado em Londres na época e ficado com os louros. D. João IV de Portugal, “O Rei Músico” nascido em 1604 foi um mecenas da música e das artes, assim como um sofisticado autor; foi também compositor e durante o seu reinado possuiu uma das maiores bibliotecas do mundo. A primeira parte da sua obra musical foi publicada em 1649. Fundou uma escola de música em Vila Viçosa de onde saíam músicos para Espanha e Itália e foi aí, no seu palácio, que se acharam dois manuscritos desta obra. Esses escritos (1640) são anteriores à versão de 1760 feita por Wade. De...

#thisisportugal

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ALBERTO GONÇALVES               OBSERVADOR                 11/11/2017 Sendo um cidadão atento, fui a correr descobrir o que é a Web Summit. Pouco depois, regressei a correr ainda mais. De medo. Só alguns dos oradores indígenas bastariam para assustar um herói de guerra. Sendo um cidadão atento, fui a correr descobrir o que é a Web Summit. Pouco depois, regressei a correr ainda mais. De medo. Só alguns dos oradores indígenas bastariam para assustar um herói de guerra: o dr. Costa (que, ficámos a saber, fala tão bem inglês quanto português), o prof. Marcelo, o eng. Guterres, o sr. Figo, dirigentes do futebol, senhores da banca e ilustres matarruanos em geral. Em suma, política, bola, Estado e a previsível tralha da “influência” e do compadrio. De brinde, o dr. Louçã, cuja presença num evento alegadamente dedicado a ideias novas é comparável a convidar Stephen Hawking para abrilhantar o carnaval de Torr...

Viagens e vistas

MIGUEL ESTEVES CARDOSO   12.06.17   PÚBLICO No último FT Weekend Paul Richardson fazia o elogio da Serra da Estrela, dizendo que faz lembrar as Highlands da Escócia, apesar de "estar a duas horas dos longos areais do Atlântico. Aliás, a Serra combina-se bem com uma viagem à praia, parando em Coimbra antiga pelo caminho". Foi convidado pelo Turismo do Centro de Portugal que fez um bom trabalho com a organização da visita. De certeza que não fui o único leitor português que ficou cheio de vontade de ver aquelas magníficas paisagens e aldeias: os olhares dos viajantes estrangeiros são sempre os mais tentadores. Em Portugal tudo fica perto mas foi preciso ler os pensamentos de Richardson para me lembrar que quem estiver numa praia perto de Lisboa está a apenas três horas da Serra da Estrela. Pode-se ir à praia, almoçar na Mealhada, passar a tarde a passear pelo Piodão e Manteigas e voltar a casa a tempo de jantar. Em Lisboa estamos a três horas de quase tudo. É impossíve...

20 Centímetros

INÊS TEOTÓNIO PEREIRA  27.05.17   DN Por mais anos que passem, por mais tratados que assinemos, não há maneira de sermos grandes. Portugal teima em não crescer. Vivemos tipo crianças fascinadas quando se cruzam com qualquer gato pingado que apareça na televisão, com um elogio dos grandes, com ganhar concursos, meu Deus. Adoramos condescendência. Não é mimo, é condescendência. Os meus filhos são assim. Alguns já cresceram, mas os que ainda são crianças são assim. Olham para o mundo de baixo para cima e qualquer figura de autoridade ou popular deixa-os constrangidos. Não querem ser grandes, querem ser reconhecidos. Isso chega-lhes. Acham que qualquer figura pública é importante, é superior, e quando elas se debruçam para lhes dar uma festa ou um autógrafo, coram. Nós fazemos o mesmo com o mundo. Quando o mundo repara em nós, coramos. Ficamos radiantes com uma festa na cabeça, quando nos deixam entrar na sala dos grandes ou jogar à bola com os mais velhos. Crescemos os ditos...

Vaticano: Portugal vai ter novo santo a 15 de outubro

AGÊNCIA ECCLESIA   20.04.17 Padre Ambrósio Francisco Ferro morreu durante perseguições do século XVII, por tropas holandesas Cidade do Vaticano, 23 mar 2017 (Ecclesia) - O sacerdote português Ambrósio Francisco Ferro, morto no Brasil a 3 de outubro de 1645 durante perseguições anticatólicas, por tropas holandesas, vai ser canonizado a 15 de outubro, anunciou hoje o Vaticano. O futuro santo faz parte do grupo dos chamados “protomártires do Brasil”, que foram mortos no atual território da Arquidiocese de Natal, então sob jurisdição portuguesa. As perseguições do século XVII custaram a vida aos padres André de Soveral e Ambrósio Francesco Ferro, além do leigo Mateus Moreira e outros 27 companheiros. A 16 de julho de 1645, o padre André de Soveral e outros 70 fiéis foram c mortos por 200 soldados holandeses e índios potiguares, quando celebravam a Missa dominical. A 3 de outubro de 1645, houve o "massacre de Uruaçú" no qual o padre Ambrósio Francisco Ferro foi tortur...

1º de Dezembro : Restauração da Independência

"O 1.º de Dezembro não é da República, nem da Monarquia, não é da direita, nem da esquerda. É o dia de Portugal inteiro, o mais nacional de todos os feriados nacionais. É o dia que celebra aquele valor sem o qual não existiríamos sequer: a independência nacional. Fá-lo na circunstância da Restauração, porque foi o momento em que, da última vez que a perdemos, a reconquistámos." José Ribeiro e Castro et al