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Presidential Message on Down Syndrome Awareness Month

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01.10.2018 https://www.whitehouse.gov/briefings-statements/presidential-message-syndrome-awareness-month/ During Down Syndrome Awareness Month, Melania and I join in celebrating the lives of the more than 250,000 Americans with Down syndrome and those around the world with this condition.  Together, we recommit to deepening our understanding of Down syndrome and learning more about how we can ensure the beautiful people with Down syndrome are able to fully participate in society.  We will always support the dreams of those with Down syndrome, and respect and honor the sanctity of their lives, at every stage. Today, as a result of advances in research and treatment, people with Trisomy 21, or “Down syndrome,” are leading healthier and longer lives.  Through innovative speech, occupational, and physical therapies, we are finding new ways to build upon the physical and intellectual abilities of children and babies with Down syndrome.  We are learning more ...

Trump declara dia nacional das vítimas do comunismo

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PÚBLICO         07.11.2017 O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou terça-feira, data do 100.º aniversário da Revolução de Outubro na Rússia, o “dia nacional das vítimas do comunismo”. Trump está em visita oficial à Coreia do Sul. Num comunicado publicado pela Casa Branca em Washington, o Presidente norte-americano afirmou que “ao longo do último século, os regimes totalitários comunistas em todo o mundo mataram mais de 100 milhões de pessoas e submeterem ainda mais à exploração, violência e devastação indescritíveis”. “Hoje, lembramos os que morreram e os que continuam a sofrer com o comunismo”, acrescentou Trump, sublinhando a determinação dos Estados Unidos de “fazerem brilhar a chama da liberdade por todos os que sonham com um futuro mais livre e menos sombrio”. O comunicado foi publicado na véspera da partida, do Presidente para a China , um regime comunista desde 1949. Depois de Pequim, a terceira etapa após o J...

São, por vezes, os loucos que dizem a verdade

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RUI RAMOS   01.06.17   OBSERVADOR Siga o LINK para ver o video

O trunfo de Trump

JAIME NOGUEIRA PINTO   DN   09.02.17 Não me lembro de ver tão furiosa raiva e intolerância como as que temos visto nos media e nos "comentadores de referência" desde a eleição de Donald Trump. Ao ponto de outros adversários do novo presidente virem agora dizer que, pior do que Trump, só os inimigos de Trump. O 45.º presidente dos Estados Unidos não é propriamente um erudito ou um pensador político. Nem sequer era, até agora, político. Tem uma linguagem directa, às vezes brutal, e parece disposto a fazer seguir o acto à palavra. A forma dos seus discursos e declarações aboliu em absoluto as correcções ideológicas e diplomáticas e presta-se à redução ao absurdo. Mas o que à esquerda e aos liberais da direita e do centro chiques mais dói não é esta forma tosca, directa ou brutal de Trump ou mesmo os seus lamentáveis erros, confusões ou medidas precipitadas e mal articuladas - como proibir por 120 dias a entrada de cidadãos de sete países de maioria islâmica. É evident...

Para lá do Muro

RUI TATO LIMA    OBSERVADOR    31.01.17 O muro a ser derrubado é a cortina de fumo que está a ser amiúde colocada entre nós e a verdade. Mais: a manipulação dos factos pelos media é a verdadeira tirania que ameaça as nossas democracias. No passado dia 27 de janeiro realizou-se em Washington a anual marcha pela vida. Os manifestantes, além de afirmarem a sua posição no tema do aborto, mostravam também o seu apoio à medida recentemente tomada por Trump de cortar o financiamento de organizações que promovem esta prática fora dos EUA. Contou com 500 000 pessoas, incluindo o Vice-presidente dos EUA, algo que nunca tinha acontecido, nem mesmo durante a administração do assumidamente pró-vida Ronald Reagan. Só a presença histórica do número dois da nação seria por si só suficiente para justificar a vinda em massa dos media, contudo, quer nos EUA quer na Europa, o evento passou perfeitamente despercebido. Em Portugal, tirando as incontornáveis Rádio Renascença e Ag...

Meryl Streep te emocionou? Você foi enganado pela melhor atriz do mundo

JONES ROSSI   09/01/2017   GAZETA DO POVO Meryl Streep foi indicada 19 vezes ao Oscar de melhor atriz, seja no papel principal ou como coadjuvante. Venceu três vezes. Das trinta vezes que foi indicada ao Globo de Ouro, levou o prêmio oito vezes para casa. Já encarnou papéis tão distintos quanto a editora de moda com pendores tirânicos Miranda Priestly em “O Diabo Veste Prada”, a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher e uma mãe desesperada em “A Escolha de Sofia”. Neste domingo (08), no Globo de Ouro, ao receber o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto de sua obra, mais uma vez entrou no personagem: no de vítima.     Com a classe, carisma e inteligência de quem é a melhor atriz do mundo, Meryl Streep fez um discurso que certamente entrará para a história dos Globo de Ouro. Subiu ao centro do palco e quase sem voz iniciou seu discurso, de uma eloquência de fazer inveja a qualquer político profissional. E, a poucos dias da po...

O seu filtro está a estragar a democracia

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WIRED   18.11.16 I’m convinced that Clinton was the better option, but I haven’t seen enough content on my Facebook feed that seriously challenged my beliefs. I often find myself going out of my way to read sites like Fox News, which never appeared on my newsfeed even though it gets more than 65 million monthly visits and millions of social shares. Our digital social existence has turned into a huge echo chamber, where we mostly discuss similar views with like-minded peers and miserably fail to penetrate other social bubbles that are often misled by fear and xenophobia. This is especially damaging because peer views and referrals are the strongest, most convincing form of marketing. As a Muslim, an African Arab, and an immigrant, I will probably be among those most impacted by Trump’s presidency, but I refuse to believe that half of America is racist. I think that many Trump voters would have re-thought their vote if they had heard the views of close friends who would be...

Em Portugal, o perigo não é um Trump, mas um Putin

           RUI RAMOS  OBSERVADOR  18.11.16   No rescaldo da eleição de Donald Trump, Jorge Sampaio veio apelar à humanidade contra o populismo. É provavelmente um aviso relevante para muitos países ocidentais. Mas para Portugal? Atrevo-me aqui a discordar respeitosamente do Dr. Sampaio. Em Portugal, o problema não é o populismo, se por populismo entendermos, como agora é costume, a insurreição das plebes, excitadas pela demagogia da anti-globalização. O programa de ajustamento de 2011 foi duro, e a estagnação da economia já vai em mais de quinze anos. Mas onde estão as nossas Frentes Nacionais e os nossos Podemos? Nessa área, temos dois velhos partidos do PREC, a que nem a troika deu força para crescer: valiam em 2015 menos votos do que em 2009. O problema em Portugal é outro: é o das cliques políticas decididas a usar o Estado para expandir as suas clientelas e constranger a vida pública. Se quiserem uma referência internacio...

Porque é que os portugueses odeiam Trump

ANDRÉ RIBEIRO DA CUNHA      11.11.16       OBSERVADOR   O que é Donald Trump para os portugueses? É o mau que nos faz sentir bons. É uma agulha num nervo da pretensão portuguesa: é homem, branco, rico, rude, ignorante, não se preocupa com o que diz... Que maravilha, o ter razão! Num mundo repleto de opiniões e de virtualismos, uma verdadezinha vê-se como o oásis que dança ao longe no tórrido calor do deserto. Um ponto onde todos dizem sim – quão agradável concordar com os companheiros e amigos – refresca talvez as relações de dificuldades passadas ou serve como fortalecedor de ligações recentes. O curioso nesta verdade, uma verdade fantástica pela sua simplicidade de compreensão, acessível à mais jovem criança e partilhada até pelos veteranos professores acadêmicos, é que é uma verdade pura, não criticável, intuitiva, natural; não carece de explicações, é tal qual um relatório médico. Ainda não disse a verdade sobre Trump? Trump é mau! Cá está. ...

A vitória de Trump: o aborto

JORGE FERRAZ  WWW.DEUSLOVULT.ORG  09.11.16 Alguns dos meus amigos, verdadeiramente eufóricos com a vitória de Trump, parecem convencidos de que ele será o melhor presidente dos Estados Unidos desde Reagan. Eu, profundo ignorante a respeito da política americana, não tenho condições de compartilhar do mesmo entusiasmo deles; no entanto, sobre a vitória do bilionário republicano há duas ou três coisas que eu julgo poder dizer. Muitos trataram essas eleições como se elas fossem uma disputa entre o Diabo e Satanás; houve até quem as comparasse com uma eleição disputada, no Brasil, entre Dilma e Crivella. Aquela história de que “a boa notícia de hoje é que Hillary perdeu; a má, que Trump ganhou” foi repetida milhões de vezes desde as primeiras horas da madrugada. Sem compartilhar nem da euforia de alguns nem do alarmismo histérico de outros, penso que eu próprio, se americano fosse, não pensaria duas vezes antes de votar no candidato do Partido Re...

A democracia capturada

Mª JOÃO AVILLEZ  OBSERVADOR  10.11.2016 O homem assusta? Claro. Mas convenhamos que se lidou com ele da pior maneira. Preferiu-se, durante 2 anos, triturar Donald Trump com insultos em vez de atender a quem olhava para ele para ser atendido. 1.  E pronto. Cá estamos. Onde? Não se sabe, ninguém sabe. A meio caminho entre o conhecido e o desconhecido, gasto o primeiro, por estrear o segundo. Mas ao menos, há isto: somos testemunhas – e parte – de um momento fortíssimo na vida das sociedades. Em directo e ao vivo, temos os pés periclitantemente assentes num mundo que ameaça implosão e o olhar colocado noutro, em gestação e ainda sem nome de baptismo. O segundo mundo ganhou este round ao primeiro, mas em vez de se insultar Trump é mais racional refazer o puzzle, juntando algumas peças ainda desarrumadas e tentando percepcionar outras: que o centro politico se rarefez, que a democracia se deixou aprisionar pelos seus próprios extremos, que os expulsos do sistema, os que...

Porque é que os pobres votam Trump?

RUI RAMOS  OBSERVADOR  11.11.16 Para a esquerda politicamente correcta, os trabalhadores e os pobres do Ocidente são hoje piores do que os “ricos”, uns “maus selvagens” culpados pelo Brexit e por Trump. Primeiro foi o Brexit, agora Trump. De cada vez, vemos os vigilantes da correcção política recorrer ao mesmo truque: inventar uma classe que no país em causa represente, segundo eles, um estado primitivo da humanidade, e atribuir a essa classe toda a responsabilidade pelo resultado. Quer no Reino Unido, quer nos EUA, esse papel coube aos “brancos pobres” e às “classes trabalhadoras”. Teriam sido eles, habitando paragens abandonadas pelo progresso (o norte de Inglaterra ou o “rust belt” americano), que votaram Brexit ou que elegeram Trump. Mas porquê esta fixação nos “brancos pobres”, quando sabemos que, por exemplo, a maioria dos brancos qualificados também votou em Trump, assim como 3 em cada 10 “latinos”? É um aspecto interessante desta história. As “classes trabalhado...

Louvado seja Deus

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O meu pai achava muita graça quando o provável perdedor saía a ganhar. Tivemos uma experiência destas há precisamente 4 meses, quando a selecção portuguesa ganhou à França em casa, na final do Campeonato da Europa no dia 10 de Julho. Os franceses eram mais fortes, mais qualificados, jogavam num contexto mais favorável num estádio e envolvente de grande familiaridade. Mesmo assim, viram necessária uma jogada suja para aniquilar o maior  asset  do adversário para garantir o resultado. E mesmo asim, foram os 'pobres'  portugueses, que levam a sua vida como  'porteiras, mulheres as dias, mecânicos...' que acabaram por festejar uma vitória imprevisível, mas justa. O choque foi de tal ordem que correu pelas redes sociais um movimento a reivindicar a repetição do jogo e de desafio às regras da FIFA. Mas as regras são e sempre foram assim. Na final, quem ganha o jogo, ganha o campeonato. Esta comparação não me parece desadequada, porque nos dias de hoje, a política par...