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A mostrar mensagens com a etiqueta Liberdade de expressão

Jordan Peterson, Mário Machado e Maria José Vilaça: a propósito da liberdade de expressão

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P. FRANCISO MOTA, s.j   17.01.2019 A solução para o desacordo, incluíndo o desacordo profundo, que fratura profundamente as nossas identidades, consciências, ou modos de vida, não pode passar pela proibição do discurso. Jordan Peterson está na moda. Está tão na moda, aliás, que até a Portugal já veio. Mas não está na moda por causa dos sítios onde vai: está na moda pelas coisas que diz. Talvez esse seja o grande elemento revolucionário que Peterson tem trazido. Finalmente, como há muito não se via, há uma pop star intelectual que obriga as pessoas a discutir. Concorde-se com ele ou não (uma porção não irrelevante do que escreve parece-me, pessoalmente, de rigor altamente questionável…), a verdade é que é difícil ficar indiferente aos temas, à postura e aos argumentos do autor de 12 Rules for Life: An Antidote to Chaos. O tema que catapultou Jordan Peterson para a ribalta não é novo. Resumindo tudo a poucas palavras, a obsessão de Peterson tem que ver com a liberdade...

Ana Leal e o voyeurismo transvestido de jornalismo

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JOSÉ MARIA SEABRA DUQUE    12.01.2019   OBSERVADOR É de uma enorme gravidade que uma jornalista filme sessões de terapia e que as divulgue. Ou que mande gravar uma conversa entre um sacerdote e alguém que supostamente buscava orientação espiritual. No dia 10 de Janeiro a TVI passou uma reportagem da jornalista Ana Leal (AL) que, segundo a própria, revelava um grupo secreto, constituído por psicólogos, psiquiatras e padres, que queria curar homossexuais através de terapias de conversão. Infelizmente só havia uma psicóloga, um padre e nenhum psiquiatra. Pior, não havia quaisquer terapias de conversão ou conversas sobre “curas”. No fundo a reportagem consistia na gravação, dissimulada e não autorizada, de consultas de um homem adulto com a psicóloga Maria José Vilaça (MJV) e de reuniões de um grupo de apoio pastoral da Igreja Católica a homossexuais. Quanto ao secretismo, também era inexistentes, uma vez que MJV não disse nas tais gravações dissimuladas nada q...

Se eu fosse filmado secretamente...

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SIMÃO ABECASSIS CORREIA   (19 ANOS)  FACEBOOK  11.01.2019 Se eu fosse filmado secretamente pelos meus amigos numa conversa e se no dia seguinte o vídeo fosse notícia, o título seria: Jovem manipulado pela igreja católica, extremista fascista, ultra-conservador, tem opiniões obscenas e retardadas. Isto hoje é assim: Ou aceitas a ideologia fomentada pela esquerda ou então és julgado em praça pública. Sem contar com o comunismo, que pouco sabe sobre a liberdade, queria perguntar aos restantes: e a minha liberdade? Acredito em Deus, nã o oiço vozes na cabeça, acredito por convicção própria. Gosto de corridas de touros, não sou assassino, sou interessado e conhecedor de arte. Sou do CDS, não sou fascista, sou conservador. Acredito que a carne é para ser comida, não, não me posiciono ao mesmo nível dos animais, afinal, tenho consciência. Acredito na família constituída por um pai, uma mãe e filhos. Acredito na passagem de valores entre pais e filhos. ...

À Entidade reguladora para a Comunicação Social

Para denúncia junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Enviar para:  info@erc.pt Exmº Sr. Presidente do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Dr. Sebastião José Coutinho Póvoas No dia 10 de Janeiro a TVI, no Jornal das 8, transmitiu uma reportagem da autoria da jornalista Ana Leal com o título "A homossexualidade como uma doença". A reportagem merece vários reparos, por exemplo, insiste na referência a terapias conversivas ou de reconversão, termo que nunca é referido por nenhum dos intervenientes, ou na afirmação que há um "grupo secreto" que acredita que os homossexuais podem ser curados, mais uma afirmação que nunca é referida nas imagens gravadas no suposto "grupo secreto". Mas o que realmente é grave é que na reportagem foram captadas várias imagens e áudios, recolhidos por dispositivos ocultos e sem autorização das pessoas que nela participam. A reportagem mostra variad...

À Comissão da Carteira Profissional de Jornalista

Proposta para denúncia à Comissão da Carteira Profissional de Jornalista.  Enviar para:  carteira.press@ccpj.pt https://www.ccpj.pt/pt/contacte-nos/participacoes/ Exmº Sr. Presidente do Conselho Regulador da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista Dr. Henrique Pires Teixeira No dia 10 de Janeiro a TVI, no Jornal das 8, transmitiu uma reportagem da autoria da jornalista Ana Leal   com o título "A homossexualidade como uma doença". A reportagem merece vários reparos, por exemplo, insiste na referência a terapias conversivas ou de reconversão, termo que nunca é referido por nenhum dos intervenientes, ou na afirmação que há um "grupo secreto" que acredita que os homossexuais podem ser curados, mais uma afirmação que nunca é referida nas imagens gravadas no suposto "grupo secreto". Mas o que realmente é grave é que na reportagem foram captadas várias imagens e áudios, recolhidos por dispositivos ocultos e sem au...

O fundo da caverna

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JOSÉ MARIA C.S.ANDRÉ     13.01.2019 Correio dos Açores, Verdadeiro Olhar, ABC Portuguese Canadian Newspaper, Spe Deus, Clarim, O Alcoa, Notícias da Covilhã, O Progresso Eu resistia a acreditar: fui mesmo ver a gravação da reportagem que passou na quinta-feira (10 de Janeiro) na TVI, depois do telejornal das 20h00, seguida de debate na TVI24. A reportagem consistia fundamentalmente numas imagens de má qualidade, com uma cor distorcida, captadas com uma câmara instável e um som fraco, da conversa de um homossexual com uma psicóloga, com um padre (no confessionário) e ainda trechos de reuniões de entre-ajuda de homossexuais, numa paróquia de Lisboa. Nunca se via o protagonista homossexual, apenas a psicóloga e o padre. Aliás, a imagem era tão má que, muitas vezes, só se via a testa da psicóloga e o tecto da sala. A jornalista Ana Leal falando com um homossexual. No rodapé, lia-se: «Grupo secreto quer “curar” homossexuais». Periodicamente, uma voz-«off» explica...

Nada mais

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PEDRO PICOITO   11.01.2019    CORTA-FITAS.BLOGSPOT.COM Alertado por alguns comentários no Facebook, fui ver a já célebre reportagem da TVI sobre a não menos célebre terapia da psicóloga Maria José Vilaça para "converter" homossexuais. Antes de mais, duas ressalvas. Primeira: este é um daqueles posts que preferia não escrever porque o tema é complexo, foge à simplificação das redes sociais e só me vai trazer dissabores. Segunda: conheço a Dra. Maria José Vilaça e, mesmo que não conhecesse, tenho fraco apreço por linchamentos públicos, com ou sem fogueiras. Não esperem, portanto, que vá dar uma no cravo e outra na ferradura só para parecer tolerante. De qualquer modo, tenho a pele dura, já perdi a ilusão de agradar a toda gente e prefiro chatices mediáticas a silêncios cúmplices.  Indo directo ao assunto, a reportagem é sensacionalista (com uma musiquinha de fundo que parece saída do  Tubarão  do Spielberg), cínica ("salvar almas perdidas"?  ...

Sobre a reportagem da TVI24

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P. MIGUEL CABRAL   FACEBOOK   11.01.2019 As ideologias totalitárias do marxismo, comunismo, nazismo, etc. foram caindo (com tantos milhares de mortos e danos colaterais) e  agora temos a ideologia do género que cada vez tem mais seguidores e impõe a sua agenda nos meios de comunicação, ensino, leis, etc. Impõe. Obriga. Proíbe quem pensa diferente! Conseguiram, por pressão ideológica, que a homossexualidade deixasse de ser considerada doença e, agora, proíbe-se qualquer tratamento ou indicação contrária. O que importa é a ideologia. Ignora-se o sofrimento das pessoas. Querem ser tratadas dessa inclinação? Proibido! E se uma pessoa quiser mudar de sexo (com menos de 18 anos, sem conhecimento dos pais)? Faça-se! O Estado (os nossos impostos) paga. E se quiser fazer uma plástica para reduzir o tamanho do nariz? É doença? Não. Então está proibido tratar? Mas uma pessoa que sofra por ter inclinações homossexuais está proibida de ser ajudada, de ser tratada s...

Carta dirigida à TVI

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PEDRO VASSALO CARTA DIRIGIDA À TVI Começo por me apresentar: fui administrador da TVI, e jornalista (em vários meios) durante 12 anos, a maior parte deles na RTP (onde trabalhei de muito perto com a Judite de Sousa). Tive responsabilidades editoriais importantes (tanto em jornais, como rádios e televisão), e não me lembro nunca de ter escrito uma carta tão magoado (indignado?), com uma reportagem que há pouco ouvi e vi, da repórter Ana Leal. Como ex colega de profissão de Ana Leal (e provavelmente com mais de experiência que a própria), atesto que o que se passou com a reportagem sobre uma suposta sociedade secreta (onde junta psicólogos com padres da Igreja católica), é uma afronta aos mínimos exigíveis na elaboração de uma reportagem séria e honesta. Nunca percebi qual seria o ponto central da reportagem? Seria denunciar uma sociedade secreta? Se sim, gostaria de perceber onde está o secretismo? Nos obstáculos à entrada na Sociedade? Reúnem-se à porta fechada? O que deseja...

Até para a semana se Deus quiser!

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LAURINDA ALVES     OBSERVADOR         30.10.2018 Encanta-me que toda e qualquer pessoa possa despedir-se dos outros com liberdade com um “até amanhã se Deus quiser”. Se isso for o que de melhor tem para lhes oferecer, quem sou eu para condenar? Deus é uma palavra difícil. Sempre foi e creio que sempre será, pois Deus é tudo menos evidente. Por isso mesmo, não me é nada difícil perceber a dificuldade dos que nem a conseguem ouvir. E, muito menos, proferir. Curiosamente, o contemporâneo OMG parece facilitar a tarefa a muita gente. Evocado assim, por escrito e em inglês, apenas com três iniciais acompanhadas de coloridos emojis, nas redes sociais, dá mais jeito e a evocação serve tudo e todos. É útil para exprimir sustos, dificuldades ou perplexidades, para exclamar grandes surpresas e sublinhar profundos mistérios. Dá para a vida corrente e é usado por crentes e não crentes, numa escala planetária. No cinema também ouvimos a ...

Um crucifixo não é decoração

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JOSÉ LUÍS NUNES MARTINS     09.05.2018        AGÊNCIA ECCLESIA   Há pouco tempo, na Alemanha, o primeiro-ministro da Baviera resolveu colocar crucifixos em todos os edifícios públicos da sua regiã o. Os bispos alemães logo se mostraram contra a medida, uma vez que se tratava de aproveitamento político, uma instrumentalização que, mais importante ainda, se tornou motivo de divisão, colocando as pessoas umas contra as outras. . No passado dia 10 de maio, em Nova Iorque, foi aberta ao público uma exposição no MET (Metropolitan Museum of Art) cujo título é “Corpos Celestiais: Moda e a Imaginação Católica”, que pretende conjugar a moda com a fé católica. A ideia inicial contou com o apoio do Vaticano, que cedeu mais de 40 peças. No entanto, na gala de inauguração, as indumentárias dos convidados fizeram perceber a todos que a fé católica, naquele contexto específico, é apenas um tema sobre o qual cada um pode fazer o que quiser, em nome d...

Carta aberta ao Dr. Gentil Martins

CARLOS AGUIAR GOMES    17.07.17 No passado dia 15 v. Ex.cia deu uma entrevista ao “ PÚBLICO “, que li com a maior atenção, proveito e agrado. Também vi logo que tal entrevista iria levantar um clamor dos furiosos e encarniçados defensores do “ pensamento único “. O que aconteceu e está a acontecer. Não tenho o privilégio de o conhecer, a não ser pelo eco da sua magnífica obra como médico, reconhecida nacional e internacionalmente. Que fique claro. O que me move a escrever-lhe publicamente, é mostrar que não posso admitir o medo e a ameaça como forma de calar quem não concorda com “ estudos” , de “ teorias” discutíveis ( não fossem isso mesmo, teorias!) e de lóbis aguerridos . Estas reacções fazem-me recuar aos tempos e regimes em que o pensamento era obrigatoriamente , ditatorialmente imposto e cuja discordância era imediatamente perseguida sem dó nem piedade. Como agora nos estão a ameaçar. Para quem não “ vai” nessa onda, … ameaças e queixas…  Estupidamente...

Artigos para defender a Liberdade!

Caros amigos No passado Sábado o Prof. Gentil Martins deu ao Expresso a entrevista em anexo. E ontem prestou este esclarecimento:  http://expresso.sapo.pt/ sociedade/2017-07-16-Gentil- Martins-reage-a-polemica-leia- a-mensagem-na-integra Um post do mesmo dia no Facebook da Isabel Moreira ( https://www.facebook.com/ isabel.moreira.9803 ) desencadeou a perseguição do politicamente correcto a este grande homem e nosso amigo.  E também o anúncio de uma queixa na Ordem dos Médicos ( http://www.dn.pt/portugal/ interior/homossexualidade-e- uma-anomalia-gentil-martins- arrisca-inquerito-da-ordem- 8639750.html ). Entretanto já correu muita tinta sobre o assunto e desta destacamos os artigos: Do José Maria Seabra Duque:  http://nosospoucos.blogspot. pt/2017/07/o-professor-gentil- martins-e-pequena.html Do Abel Matos Santos:  http://observador.pt/opiniao/ eu-sou-gentil-martins/ E a carta aberta do Carlos Aguiar Gomes .  Quem quiser manifestar...

O professor Gentil Martins e a pequena comissária política

JOSÉ MARIA DUQUE    WWW.NÓSOSPOUCOS.BLOGSPOT.PT   17.07.17 Elogiar o Professor Gentil Martins é uma tarefa fácil. A sua vida é tão preenchida, tão extraordinária, que qualquer pequena pesquisa no Google nos permite coleccionar factos suficientes para exemplificar a sua excepcionalidade. Cirugião pediátrico de excelência, participou em mais de 12 mil intervenções cirúgicas. Foi director de serviço de Cirurgia Pediátrica do Hospital da Estefânia durante 34 anos. Fez 7 operações para separar gémeos siameses. Escreveu artigos científicos e proferiu conferências um pouco por todo o mundo. Foi bastonário da Ordem dos Médicos e presidente da Associação Médica Mundial. Criou a primeira  Unidade Multidisciplinar de Oncologia Pediátrica a nível mundial no IPO de Lisboa. Como se a sua carreira médica não fosse suficiente ajudou a fundar ou apoiou várias organizações de apoio social como a ACREDITAR ou a CAVITOP. Foi atleta de várias modalidades,  chegado a re...