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Em Timor: Histórias de um casal em missão

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Sugestão de Natal: Oferecer a Escola

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Descobri muito recentemente que na creche (IPSS) que a nossa filha Leonor frequenta, há famílias que passam fome e que não pagam as propinas.  Com toda a descrição que eu hoje excepcionalmente quebrarei, a  Escola no Chiado  do Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Encarnação, recebe estes alunos e as suas famílias com um currículo de colégio privado, com aulas precoces de inglês, educação artística e musical e prepara caixas com os restos do almoço para que as famílias possam levar para a hora do jantar. Porquê? Porque estão certas de que uma bela mente é gerada por um pai, uma mãe e um professor. Esta IPSS não faz campanhas em Centros Comerciais e não tem brindes para oferecer, está demasiado ocupada a educar estas crianças, a ajudar estas famílias e a fazer as contas para cada mês, mas precisa muito da nossa ajuda para sustentar as bolsas destes estudantes. Este Natal, fica aqui a sugestão de oferecer a escola com o montante que entender, sabendo que a ...

VALE BENJAMIM - Férias que ajudam a crescer

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http://www.a-valedeacor.pt/ajude-nos.html O Vale Benjamin é um campo de férias que decorre durante 1 semana em Agosto, organizado pelo Vale de Acór desde 2003.   Recebemos anualmente cerca de 100 crianças dos 3 aos 12 anos com características muito especiais: Filhos dos residentes que se encontram na nossa Comunidade Terapêutica; Crianças que vivem na Casa das Missionárias da Caridade de Setúbal (obra da Madre Teresa de Calcutá),  incluindo deficientes profundos; Filhos de reclusos do Estabelecimento Prisional de Setúbal; Crianças em risco, sinalizadas pela Segurança Social de Almada. A equipa que acompanha as crianças é composta por terapeutas, residentes da Comunidade Terapêutica e ainda muitos voluntários. Para além de muita, muita brincadeira, idas à praia, jogos, pinturas, ateliers, desporto, etc.. as actividades têm uma vertente educativa/formativa complementada com Catequese. Proporcionar uma semana de férias a uma criança tem um custo de 85€. ...

Banco Farmacêutico: Aura Miguel convida Luís Mendonça

A Aura Miguel convidou o Luís Mendonça, responsável pelo Banco Farmacêutico deste fim-de-semana. 

18 de Fev : Banco Farmacêutico 2017

O Banco Farmacêutico   é um projecto da  Associação para a Assistência Farmacêutica , uma associação criada para uma intervenção social na área da saúde e do  medicamento  e  tem como missão ajudar as pessoas mais carenciadas através do fornecimento de medicamentos e de produtos de saúde, em colaboração com as realidades assistenciais que operam localmente, tendo por fim educar o homem à partilha e à gratuidade. Na Jornada do  próximo  dia 18 de Fevereiro, somos todos convidados a  comprar e doar medicamentos nas farmácias aderentes por todo o país, indicadas na lista abaixo. Procuram-se voluntários em particular para a zona da Grande Lisboa (cidade de Lisboa e concelhos de Cascais, Oeiras e Sintra). Todos os interessados  poderão inscrever-se como voluntários aqui.   Banco Farmaceutico 2017 - Farmacias by papinto on Scribd

Uns trocos podem trocar muitas vidas

CÍRCULO DA INOVAÇÃO         03.11.2016    No primeiro ano de faculdade há muita coisa que passa pela cabeça dos caloiros. Mas as preocupações sociais costumam ser raras e quase nunca aparecem de forma espontânea. António Bello é a exceção que prova a regra No Natal do primeiro ano de Engenharia de Gestão Industrial pegou na guitarra e num amigo com boa voz e foi para o Chiado, em Lisboa. Em três horas de acordes e cantorias fizeram €50. Para dois miúdos de 18 anos aquele dinheiro podia ter vários destinos: ou aproveitavam para os presentes de Natal, ou iam jantar, ou bebiam um considerável número de cervejas. Era com este dilema que estavam a subir o Chiado quando se cruzam com mendigos que tinham à sua frente os copos para as moedas vazios. Talvez tenha sido da época, talvez lhes fosse inerente, mas um espírito superior fez com os dois decidissem levar a jantar um grupo de seis pessoas que faziam da rua a sua casa. Este ato espontâneo transformo...

Causas que se evaporam

Henrique Monteiro Expresso, 20160710 Tivemos anos com problemas sociais terríveis. Lembro apenas alguns: havia emigrantes a fugir da nossa miséria; havia crianças a chegar à escola em jejum; havia filas de espera para a ‘sopa dos pobres’; havia cada vez mais sem-abrigo; havia desempregados de longa duração que viviam desesperados.  Curiosamente, esses problemas sociais terríveis evaporaram-se do espaço mediático. Não creio que se tenham evaporado da realidade do país, nem sequer posso exigir a este ou a qualquer outro Governo que em escassos meses extinguisse problemas dessa dimensão. Mas é precisamente este facto que me faz pensar. Se eles continuam, por que motivo não se fala deles hoje em dia?  Haverá várias justificações, certamente. Mas preocupa-me, em particular, que este tipo de noticiário esteja mais sujeito às agendas de prioridades partidárias do que à iniciativa da própria comunicação social. Dito de modo mais simples: desde que o BE e o PCP passaram a ap...

O número da Besta

José Maria C.S. André Correio dos Açores, Verdadeiro Olhar, ABC Portuguese Canadian Newspaper, Spe Deus 19-VI-2016 A «Scholas Occurrentes» é uma fundação de direito pontifício dedicada a actividades desportivas e artísticas que fomentem a integração social. Começou na Argentina, mas hoje colabora com 400 mil escolas de uma centena de países. A 29 de Maio, no dia da sessão de encerramento do congresso mundial da Scholas, em Roma, o Governo argentino anunciou um donativo (soube-se depois) de 16.666 mil pesos. Passado pouco tempo, os responsáveis da organização escreviam ao Governo, a devolver a oferta. Que aconteceu? Esta carta do Papa Francisco aos responsáveis de Scholas Occurrentes, que a imprensa argentina acaba de divulgar: «Queridos irmãos, no meio de tanto trabalho, quase não tivemos tempo de nos despedirmos... ao menos, o telefonema compensou. «Agradeço-vos todo o esforço para realizar este Congresso e, como sempre, o conselho: cuidem a saúde, não passem das marcas...

Suíços rejeitam receber 2260 euros por mês só por estarem vivos

Título: Suíços rejeitam receber 2260 euros por mês só por estarem vivos Comentário: O espantoso deste título do DN não é o resultado do referendo, mas a maneira como o DN o redige. O leitor menos avisado julgaria que os suíços recusam receber uma dádiva do céu que atribuiria a cada um deles 2500 francos suíços. Porém, os suíços são mais avisados do que o redactor do DN: eles sabem bem que os 2500 francos suíços saem direitinho dos seu bolsos para suportar esta “dádiva” Notícia no DN 2016.06.05 Segundo as projeções da televisão pública, 78% dos suíços rejeitaram o referendo que previa dar um subsídio para todos. Os suíços rejeitaram, sem surpresa, a criação de um Rendimento Básico Incondicional, um projeto revolucionário que implicaria a atribuição mensal de 2500 francos suíços (2260 euros) a cada adulto e 650 francos suíços para cada criança, sem contrapartida. A ideia era a de que este subsídio, que acabaria com qualquer outro abono, iria promover a dignidade humana e o...

Um dia destes acordamos nas mãos do Bloco

José Manuel Fernandes Observador 20/4/2016 O Bloco pode dizer tudo o que entende que ninguém se incomoda. Catarina Martins pode exceder-se ou disparatar que ninguém escrutina. A esquerda-chique tem de facto um encanto bem especial - e venenoso O Bloco de Esquerda goza de uma surpreendente condescendência em Portugal. Catarina Martins pode dizer as maiores barbaridades, o partido pode apresentar os projectos de lei mais disparatados, Marisa Matias pode elevar o tom de voz, que tudo passa com um simples encolher de ombros. Na verdade nenhum partido é tão pouco escrutinado em Portugal como o Bloco. E, ao mesmo tempo, nenhum outro é tão opaco na sua forma de funcionamento e nas suas regras internas – nem o PCP. Tomemos um exemplo recente. Este domingo, durante um encontro sugestivamente intitulado “Inconformação 2016”, Catarina Martins proclamou que o trabalho voluntário “é uma treta”. Mais: acrescentou que “se é trabalho, tem que ter contrato”, pelo que só pode existir “quando ...

Encontros de alegria no silêncio do País: Missão País

Agora Pensamos juntos  / 01 Mar 2016 / Autor: Sofia Cabrita “Têm o sentido das pequenas coisas e colos onde cabem as grandes. À minha volta, as conversas são monótonas, num tom já de aborrecimento: somos uns desgraçados. A nossa geração levou com os erros do passado, e cometeu os próprios. A nossa geração é má, é realmente má. Não nos envolvemos na política, estudamos para o 10 e pouco ou nada nos interessa o défice orçamental. Aquecemos o sofá com posts no Facebook sobre as grandes crises humanitárias do nosso século e achamos que não faz mal ficar por aí. A nossa geração está, realmente, desinteressada. Contudo, a verdade é que no último mês, mais de 2000 destes jovens desinteressados saíram das suas casas, com uma mochila às costas e foram conquistar Portugal. Saíram à procura de algo que nem os próprios sabiam bem o que era, na certeza que do outro lado um encontro espetacular se iria revelar. A verdade é que durante uma semana conheceram um Portugal escondido e esqu...

E se adoptássemos o BE?

Alberto Gonçalves DN 2016.02.26 Não acho piada nem ao cartaz do BE ("Jesus também tinha 2 pais") nem ao ligeiro escândalo que suscitou. Embora, a acreditar nas urnas, o BE não tenha nenhum direito a mandar em nós conforme tem mandado, tem todo o direito de ofender quem muito bem desejar. Além disso, o cartaz chama a atenção para uma causa dramática: a profunda infantilidade daqueles meninos e meninas. Uma sociedade solidária não se aborrece com a falhada irreverência do bando, mas empenha-se em explicar-lhe o que é irreverência a sério. Com paciência, talvez um dia o BE perceba a diferença e defenda os homossexuais através de injúrias às religiões que os oprimem de facto. Quando fizerem graçolas com Maomé, as crianças grandes do BE merecerão o nosso respeito. Até lá, só pena, compreensão e mimo.

Jornada de Recolha de Medicamentos 2016

Banco_Farmaceutico

Universitários em missão “cá dentro"

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RR online 08 Fev, 2016 - 09:10 • Ângela Roque Chama-se “Missão País” e é um projecto criado em 2003 por estudantes católicos que queriam poder falar de Deus na Universidade e mostrar como se vive a fé em acções de caridade e de serviço aos outros. A primeira missão mobilizou 20 jovens, há 13 anos. Hoje, são 2.500 a participar. Todos os anos, por esta altura, jovens universitários portugueses partem em missão “cá dentro”. Aproveitam a pausa entre o primeiro e o segundo semestre de aulas para dar testemunho da sua fé. Cada faculdade escolhe um local onde, ao longo de uma semana, os estudantes se disponibilizam a ajudar o outro, no que for preciso, numa missão que é muito mais do que simples voluntariado e na qual a oração está sempre presente. A ideia é a de que, quando a missão acaba, cada participante se sinta desafiado a continuar a viver a sua fé de uma forma mais comprometida no dia-a-dia. Mariana Frazão, de 23 anos, é uma das responsáveis nacionais da “Missão País”. É...

O orçamento e a justiça Social

O Insurgente  | Fevereiro 7, 2016 | Carlos Guimarães Pinto Se o leitor for solteiro e ganhar mil euros por mês, com este orçamento de estado receberá mais 5€ por mês. Mas não vá já gastar tudo de uma vez porque se fizer 40kms por dia de automóvel, acabará por pagar esses 5€ no aumento dos impostos sobre o combustível. Se tiver a sorte de trabalhar no público ficará na mesma situação, mas trabalhará apenas 35 horas por semana a partir de Julho. Se tiver o azar de ganhar 650€ fica exactamente igual. Não ganha nada. Mas se conduzir automóvel pagará o imposto adicional como todas as outras pessoas. Ou seja, as medidas do orçamento de estado deixaram-no pior do que estava. Por outro lado, pode confortá-lo saber que quem tiver uma pensão de 6 mil euros ficou a ganhar cerca de 200€ por mês com este orçamento de estado, quase um terço do seu salário. Ou, melhor ainda, quem tiver uma pensão de 10 mil euros terá um aumento de rendimento de mais de mil euros. Só o aumento dessa minor...

“Sabemos melhor do que o Estado quem realmente precisa e porque precisa”

ANDREIA SANCHES  20/12/2015 - 08:58 Manuel de Lemos não teme o fim de alguns programas criados “numa fase de depressão profunda” do país. “O que me preocupa é o envelhecimento, os deficientes profundos, quem toma conta deles. Os cuidados continuados. Essas são as grandes questões. Não são as cantinas sociais.” Com Passos Coelho no Governo, o chamado terceiro sector, de que as 397 misericórdias que existem no país fazem parte, ganhou protagonismo. E também novas responsabilidades que eram, até há pouco, um exclusivo da esfera do Estado — em alguns locais, as santas casas e outras instituições sociais passaram mesmo a gerir a atribuição de prestações como o Rendimento Social de Inserção (RSI). Manuel de Lemos, que voltou a ser reeleito, no início deste mês, presidente da União das Misericórdias Portuguesas, acredita que o Governo PS será dialogante. E acha que a transferência de competências iniciada no anterior Executivo deve continuar. “É evidente que algumas forças políti...