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90 anos após a Revolução de 28 de maio de 1926

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A  Revolução de 28 de Maio de 1926 ,  Golpe de 28 de Maio de 1926  ou  Movimento de 28 de Maio de 1926 , também conhecido pelos seu herdeiros do  Estado Novo  por  Revolução Nacional , foi um pronunciamento militar de cariz  nacionalista  e antiparlamentar que pôs termo à  Primeira República Portuguesa , levando à implantação da  Ditadura Militar , depois auto-denominada  Ditadura Nacional  e por fim transformada, após a aprovação da  Constituição de 1933 , em  Estado Novo , regime que se manteve no poder em Portugal até à  Revolução dos Cravos  de  25 de Abril  de  1974 . A  revolução  começou em  Braga , comandada pelo general  Gomes da Costa , sendo seguida de imediato em outras cidades como  Porto ,  Lisboa ,  Évora ,  Coimbra  e  Santarém . Consumado o triunfo do movimento, a  6 de Junho  de  1926 , na  Avenida da ...

Ribeira (Porto)

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Lua da cor do mel em Lisboa ganha destaque mundial

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MARTA LOURENÇO 24/06/2014 - 18:42 Na noite escura de 13 Junho sobressaiu uma Lua bem redonda, de cores quentes. A sua imagem foi destacada num site da NASA. A Lua de Mel captada a seis quilómetros do Cristo-Rei MIGUEL CLARO O Cristo-Rei já serviu de pano de fundo para muitas fotografias de turistas e casais de namorados. Mas a 13 Junho, Miguel Claro colocou-o em primeiro plano, numa sequência de fotografias em que as cores invulgares e as proporções grandes da Lua cheia se tornam evidentes. A imagem obtida por este astrofotógrafo e astrónomo amador foi destacada pela NASA como foto do dia na categoria de astronomia. O gradiente de cores, desde um tom mais avermelhado ao início da noite até aos tons de ouro de uma Lua redondinha à medida que a noite se desenrolava, desenhou uma linha oblíqua perfeita no céu. Esta Lua de Mel em Lisboa , a designação que recebeu por causa da sua cor, foi captada durante cerca de uma hora por Miguel Claro. Estava em Algés, a cerca de seis qu...

Santa Missa na praia depois da invasão do dia D

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Portugal merece confiança

GUILHERME D"OLIVEIRA MARTINS   Público 07/08/2013 - 00:00 Os sinais internacionais que se vão desenhando no horizonte, sendo contraditórios, podem oferecer motivo de alento. E o certo é que esse estímulo não significa menos preocupação, mas sim apelo exigente a não facilitar as coisas e a mudar de atitude. Abundam as tentativas de explicação e sobretudo demasiadas invetivas, mas falta a ponderação serena e desapaixonada dos erros cometidos, que permita a prevenção futura, para que não se repitam. Discute-se se a União Europeia estará à altura das circunstâncias e apela-se a que cada Estado assuma as suas responsabilidades. Tudo isso é verdade. Precisamos de mais Europa, como convergência de esforços, não apenas por nós, mas com vista à redução dos riscos de instabilidade mundial, necessitando de vontade própria, de determinação - que não podem confundir-se com protecionismo ou isolamento. A confiança tem de ser reforçada. O Tratado Orçamental, que ficou aquém do desejáve...

6 de Agosto de 1966 - Inauguração da Ponte Salazar

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  No ano de 1958, o governo português decide-se, oficialmente, pela construção de uma ponte sobre o rio Tejo. No ano seguinte, é aberto concurso público internacional, para que sejam apresentadas propostas para a construção. Perante quatro propostas, no ano de 1960, a obra é adjudicada à empresa norte-americana United States Steel Export Company (esta construtora já tinha apresentado outro projecto em 1935). A 5 de Novembro de 1962 iniciam-se os trabalhos de construção. Menos de quatro anos após o início destes, ou seja, passados 45 meses, a ponte sobre o Tejo é inaugurada passando a ser chamada Ponte Salazar. Logo após a Revolução de Abril de 1974, o seu nome é mudado para Ponte 25 de Abril.

Catedral de Lisboa

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Vimeiro

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Samuel Aranda vence World Press Photo 2011

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  A foto de Samuel Aranda, tirada dentro de uma mesquita utilizada como hospital durante os confrontos entre polícia e manifestantes contrários ao regime do presidente Ali Abdullah Saleh, no Iémen, serviu de retrato simbólico da Primavera Árabe que inundou o Médio Oriente no ano passado, de acordo com o comunicado publicado pelo júri do prémio.

Pietà'

VASCO GRAÇA MOURA DN 2012-02-15 A imagem da mulher que segura o filho morto nos braços tornou-se, a partir da Idade Média, uma importante referência plástica e emocional do Cristianismo. Da rude imaginária medieval, de origem alemã (os Vesperbilder), desde o século XIII, e da Pietà dita de Avignon , de meados do século XV - esta ainda com processos típicos dos primitivos na elaboração realista da representação -, até aos Renascentistas e Maneiristas, à estatuária religiosa do Barroco e a Van Gogh, a figuração da mater dolorosa tornou-se um símbolo do drama humano que representa a perda de um filho. Mas na série avulta, sem carga expressionista, a Pietà do Vaticano , de Miguel Ângelo (1499), em que são representadas a gravidade melancólica da mãe, alcandorada a um idealizado plano neoplatónico e metafísico, e a morte do filho, a finitude irremediável do corpo humano, numa articulação indissociável e deslumbrante entre esses dois planos. Na escultura do Buonarroti, a mãe de Jesus...