CGTP, FENPROF, UGT... Lembra-se deles?
Camilo Lourenço Facebook, 20160905 O governo travou violentamente no investimento e não está a gastar uma boa parte das verbas que estavam inscritas no Orçamento do Estado. Fora os atrasos nos pagamentos a fornecedores, com destaque para a Saúde (mais de 200 milhões de pagamentos em atraso). Há dias, o Presidente da República avançou que essas cativações devem transformar-se em cortes definitivos, já depois de o governo ter declarado que em 2017 não haverá aumentos salariais. Apesar do que se está a passar, não se ouve CGTP, FENPROF, UGT e demais grupos de pressão brindarem o governo com o mesmo tipo de reação que dedicavam aos anteriores inquilinos de São Bento. Na CGTP, Arménio Carlos finge que protesta: quando abre a boca tem a mesma credibilidade de alguém que grita "Fujam, a casa está a arder!" com um sorriso nos lábios. Na FENPROF, Mário Nogueira deixou de aparecer (provavelmente porque anda a assessorar o ministro da Educação). Na UGT Carlos Silva parece ter e...