Quinta-feira Santa
Quinta-feira Santa
Quanto propriamente ao dia de quinta-feira, nada se diz no Evangelho. Há muitas razões para supor que Jesus o tenha passado na companhia dos seus amigos íntimos e dos seus familiares: também a mãe lá estaria, pois que havemos de a encontrar no dia imediato aos pés da Cruz. Mas, chegada a noite, começam os acontecimentos decisivos; por isso os quatro evangelistas os descreveram, com um luxo de pormenores e um paralelismo impressionantes. O próprio São João que, de ordinário, não volta a contar o que os Sinópticos já tinham narrado, sente a necessidade de ser mais minucioso e fornece abundantes pormenores. A partir daí, é hora por hora que os acontecimentos podem ser reconstituídos e Jesus acompanhado naquilo que será a sua Paixão. (ler aqui).
Esta narração minuciosa de que trata o capítulo seguinte do livro de Daniel Rops pode e deve ser acompanhada participando da liturgia da Igreja ao longo daqueles que são os três dias mais importantes do calendário litúrgico católico. Indicações práticas, horários e locais podem ser consultados aqui para as paróquias da Baixa-Chiado.
Abri uma excepção ao meu compromisso de segunda-feira passada. Verdadeiramente não acho que seja uma excepção, porque este artigo de Pedro Lomba não nos descentra o olhar de Jesus Cristo. Pelo contrário, propõe a afirmação da verdade, mesmo correndo os riscos que Jesus Cristo correu.
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