O sentido religioso e a esperança

O Miguel Esteves Cardoso num momento difícil após a operação da Maria João escreve uma carta a Deus. Como, de certo modo, todos fazemos, é dirigida a um Deus, cuja imagem é nossa construção. É, porém, uma oração aflita, que seguramente Deus atenderá e de que o Miguel, no tempo de Deus, compreenderá todo o alcance. O nosso eu é um complexo de exigências originais que chamam por Deus e, às vezes, O reconhecem no caminho como nesta crónica que passou despercebida há uns dias. Também é frequente, mesmo nos mais piedosos ter medo da esperança.

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