Nação Santa

Um povo desolado.
Terra que era verde,
Mar que anda revoltado.

Paraste.
Fugiste de ti.
Partiste.
Já não estás aqui.

Para que quimera ou sonho?

Ai,
Nação Santa...
Onde estás?
Porque te abandonaste assim?

(Pai, eles não te vêem.
E não seguem essa Tua luz,
Que os outros viram e amaram).

Soergue-te povo abençoado!
Crê e luta,
E o longe parece perto.

Vai em frente.
O certo é incerto.
E vê.

Sê novamente.
Somente.


Miguel Alvim

Comentários

Miguel Lima disse…
Caro Alvim (talvez ainda sejamos primos)

POEMA INTERESSANTE, MAS INÓCUO.
SÓ SOMOS CAPAZES DE ALGO, QUANDO SOMOS GOVERNADOS POR GENTE DE BEM E COMPETENTE..., COISA QUE HOJE NÃO EXISTE NO ESPECTRO POLÍTICO NEM NAS REDONDEZAS..., HÁ SOMENTE GENTE CORRUPTA, PEDÓFILA, TRAFICANTE E COBARDE..., EIS PORQUE ESTAMOS NESTE ESTADO!

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