Não há identidade plena sem pertença a um povo.

POVO  16.04.2018

"Não há identidade plena, sem pertença a um povo. Por isso, ninguém se salva sozinho, como indivíduo isolado, mas Deus atrai-nos tendo em conta a complexa rede de relações interpessoais que se estabelecem na comunidade humana: Deus quis entrar numa dinâmica popular, na dinâmica dum povo."

Papa Francisco
Exortação Apostólica  "Alegrai-vos e exultai"


O meu coração vibra ao ler estas palavras na novíssima exortação apostólica. Que comoção ver estas palavras chegarem-nos num momento de perplexidade perante as prioridades legislativas da Assembleia da República e dos seus responsáveis. Palavras que vêm ajuizar de forma clara e oportuna as propostas de lei da identidade de género e da eutanásia que na aparência de libertar de sofrimentos, vêm apenas dizer'safa-te' e pior... 'safa-te sozinho'.

Tens 16 anos? Não estás bem como estás? Muda!
Este podia muito bem ser um slogan de um refrigerante no início do 2º milénio... Rever este inofensivo anúncio de 2007 revela uma
 identidade envergonhada da sua história, do seu passado, do seu próprio percurso. É a identidade do novo milénio, sem referências com que confrontar o que sente e quem é. Numa coisa esta nova lei não engana: é uma identidade auto-determinada

Tens dor? Tens medo de morrer? Mata-te! Este pode muito bem ser um slogan de uma clínica de eutanásia daqui a uns anos... O anúncio revelará esta identidade que se auto-determinou enquanto pôde. E quando deixou de poder e começou a precisar, quando voltou a ser mais dependente, como era quando era criança, não encontrou ninguém que o amparasse, ninguém em quem pudesse pousar o seu fardo. Ninguém a quem pudesse chamar verdadeiramente 'seu'.

Este é o caminho da auto-determinação.
Mas há outro, que é verdade e vida.
Há outro, que é o Povo.



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