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Concerto de Natal

Os coros das Equipas de Jovens de Nossa Senhora (EJNS), do CL, do CUPAV e de Schoenstatt juntaram-se este ano para cantar, no Concerto de Natal, a favor do Ponto de Apoio à Vida! Venha cantar connosco e traga a sua família e amigos! Bilhetes à venda no local    Concerto de Natal

Preservativo

João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt DESTAK, 2010.11.25 Os jornais andam cheios de uma notícia espantosa: o Papa mudou de posição sobre o preservativo, permitindo o seu uso. Têm-se multiplicado as análises sobre isto. Não parecem notar o nível de disparate. A Igreja condena o uso do preservativo não por obsessão irracional, mas porque ele cria «uma falsificação da verdade in-terna do amor conjugal» (Catecismo da Igreja Católica, 2370). Logo, a questão moral do preservativo coloca-se dentro do ma-trimónio, única situação onde a Igreja considera lícito o acto sexual. Nos casos extraconjugais, onde o sexo contraria gravemente as leis da Igreja, a questão do preservativo é secundária. Foi isso que o Papa agora disse, repetindo a posição de sempre. Se alguém cometer o pecado gravíssimo de recorrer à prostituição, essa pessoa não se vai preocupar com o detalhe da regra de proibição de usar preservativo. É como o assaltante de um banco perguntar se deve preencher um impres...

O grito do povo

Jorge Fiel DN2010-11-25 O Grito do Povo era a marca de uma organização pró-chinesa que no ocaso do marcelismo estava bem implantada no Norte e era dirigida por Pedro Baptista, a quem a democracia não reservaria grande papel - ao invés do que aconteceu com o seu rival de então, Pacheco Pereira, que liderava um pequeno e insignificante grupúsculo da mesma obediência ideológica. Após o 25 de Abril, o Grito do Povo integrou a UDP, conglomerado maoista que publicava a Voz do Povo (onde debutaram José Manuel Fernandes, ex-director do Público, e Henrique Monteiro, futuro ex-director do Expresso) e viria a juntar os trapinhos no Bloco de Esquerda com os seus velhos inimigos trotskistas. Apesar de nunca ter navegado politicamente nas turvas águas do maoismo, sempre achei feliz a marca Grito do Povo, pois o grito é a expressão da dor física que sentimos quando o sofrimento moral se torna insuportável. Por falar em gritos, este Verão tive o privilégio de visitar na Luisiana um fabuloso mus...

Advento rezado em família 2010

Advento 2010 Final c

Basta de apatia

Graça Franco, RR on-line 24-11-2010 09:45 De mansinho, com a abstenção cúmplice do PSD, o Governo, através do PS, fez ontem aprovar uma alteração ao Orçamento que coloca o sector empresarial do Estado fora dos anunciados cortes salariais. Não fora o ministro, Jorge Lacão, antecipar as manchetes dos jornais de hoje explicando, depois, a medida aos jornalistas e a coisa tinha passado “de fininho” como convinha. Sem que os mercados pudessem tomar nota de mais este recuo no pacote de austeridade anunciado. E, em vésperas de greve geral, pairaria aqui e ali a vantajosa dúvida sobre quem afinal vai ver reduzido o seu salário. O pretexto para condicionar os cortes, na generalidade das empresas de capitais públicos, “às adaptações justificadas pela sua natureza empresarial” ( como agora diz a lei) foi a pretensa necessidade de evitar a fuga de quadros da Caixa Geral de Depósitos. E será que o povo acredita que os melhores quadros da Caixa se passariam, com armas e bagagens em massa para ...

Frase do dia

Um orçamento diz-nos as coisas para que não temos dinheiro, mas não nos impede de as comprarmos William Feather (1889-1981) Jornalista e editor americano

Vigília pela vida em Lisboa e no Porto, 21:30, 27 de Novembro

Cardeal-Patriarca convoca Vigília pela Vida O Cardeal-Patriarca de Lisboa D. José Policarpo convocou uma Vigília diocesana pela Vida, para o dia 27 de Novembro no Mosteiro dos Jerónimos, pelas 21h30. Numa carta dirigida aos párocos e às comunidades do Patriarcado de Lisboa, o Cardeal-Patriarca explica que aceita o convite do Papa Bento XVI, que «iniciará o Advento com uma Vigília, por ele presidida, na Basílica de São Pedro, intitulada “Vigília pela Vida Nascente”», e pede a todos os Bispos que o acompanhem da mesma forma nas suas dioceses. Nesta Carta, o Cardeal-Patriarca refere-se às «agressões à vida, a esta busca da plenitude da vida, no nosso mundo contemporâneo» e salienta que «a Igreja está ao serviço da vida», porque «ela acredita que toda a vida brota de Deus que Jesus Cristo é a sua plenitude humana e a fonte da força que nos permite lutar pela verdade da vida, em todas as suas expressões». Esta Vigília diocesana, para a qual o Cardeal-Patriarca convoca de modo particular...