Frase do dia

Os dois artigos que seleccionei para hoje chamam a atenção para o mesmo que, com alguma generalização abusiva, é o assunto da frase do dia. No primeiro, fala-se do trabalho científico de dois professores de Harvard, Kenneth Rogoff e Carmen Reinhart, que dedicaram a sua vasta investigação à questão das crises financeiras e dívida excessiva; um seu artigo recentemente publicado foi contestado por outros investigadores, como habitualmente acontece no meio científico. Este facto é totalmente, mas a agenda política, apesar de simular idoneidade intelectual, defende interesses, não a verdade, e viu nesta investigação complexa uma oportunidade de jogo.
No segundo, conta-se que Alexis Tsipras, o líder do partido da extrema-esquerda grega, decidiu vir a Portugal "comemorar o 25 de Abril". O facto, só por si, não mereceria mais do que um bocejo de tédio, mas a comunicação social achou que o assunto era muito importante.
Parecerá que estamos sujeitos a viver num mundo onde somos sujeitos a estes e a outros tipos de manipulações.
Porém, há pessoas e momentos de pessoas que fazem a diferença e mudam a história.
Recordo os santos que a igreja venera ontem e hoje e que viveram em tempos em que a Europa sofria conturbações ainda mais agitadas do que as que vivemos hoje
S. Luís Maria Grignon de Monfort que viveu a seguir à Paz de Westefalia que encerrou a Guerra dos Trinta. Proponho-vos por isso que o conheçam um bocadinho melhor, bem como a impressão que causou em João Paulo II e, para quem quiser verdadeiramente seguir o seu trilho, o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem.
Hoje, é o dia de Santa Catarina de Sena que viveu no séc. XIV, num dos períodos mais conturbados da história da Igreja e da Europa. O seu protagonismo mudou a história e, por isso, ela é uma das padroeiras principais da Europa.
Fazer um jornal é uma questão de distorcer as proporções
Bent Falbert
Joranlista dinamarquês, 1947-…)

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