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As ideologias

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POVO    2019.01.15


"As ideologias novas tornam-se rapidamente velhas, passadas. "

G. K. Chesterton




O fundo da caverna  José Maria C.S. André Não há cura   Nuno Rogeiro Ana DesLeal   Laurinda Alves Nada mais  Pedro Picoito Ana Leal e o jornalismo transvestido de voyerismo  José Maria Duque Se eu fosse filmado secretamente  Simão Abecassis Correia Sobre a reportagem da TVI24 Pe. Miguel Cabral Carta dirigida à TVI  Pedro Vassalo À Comissão da Carteira Profissional de Jornalista À Entidade Reguladora para a Comunicação Social Creches gratuitas: debater políticas que funcionam  Alexandre Homem Cristo Casados à primeira vista - toda a gente se conformou. Eu não!  Isabel Stilwell

Não há cura

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NUNO ROGEIRO     13.01.2019    FACEBOOK
Pode-se ser católico e jornalista. Ou psicólogo e católico. O que não se pode é confundir o público, nem usar meios não consentidos de gravação, a não ser que se prove a defesa do interesse geral e o risco de segurança para os envolvidos (a.14 f, do Estatuto do Jornalista). Essa é a barreira deontológica. A mais grave, porém, é a do 199 do Código Penal, que proíbe a gravação e tomada de imagens sem consentimento de conversas não destinadas ao uso público. Não há aqui excepções. No fundo, trata-se de proteger uma série de direitos fundamentais, incluindo o da imagem, bom nome, religião, profissão, reserva da vida privada, etc. O que seria se estes travões de uma sociedade decente passassem a ser alegremente violados, transformando-se o meio nacional numa tribo de alcoviteiros? O que seria, por exemplo, se as televisões ou jornais rivais gravassem secretamente conversas privadas, confidências, pilhérias, vilipêndios e desabafos das redacções? Cala…

Ana Leal e o voyeurismo transvestido de jornalismo

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JOSÉ MARIA SEABRA DUQUE    12.01.2019   OBSERVADOR É de uma enorme gravidade que uma jornalista filme sessões de terapia e que as divulgue. Ou que mande gravar uma conversa entre um sacerdote e alguém que supostamente buscava orientação espiritual. No dia 10 de Janeiro a TVI passou uma reportagem da jornalista Ana Leal (AL) que, segundo a própria, revelava um grupo secreto, constituído por psicólogos, psiquiatras e padres, que queria curar homossexuais através de terapias de conversão.Infelizmente só havia uma psicóloga, um padre e nenhum psiquiatra. Pior, não havia quaisquer terapias de conversão ou conversas sobre “curas”. No fundo a reportagem consistia na gravação, dissimulada e não autorizada, de consultas de um homem adulto com a psicóloga Maria José Vilaça (MJV) e de reuniões de um grupo de apoio pastoral da Igreja Católica a homossexuais. Quanto ao secretismo, também era inexistentes, uma vez que MJV não disse nas tais gravações dissimuladas nada que não tenha já dito publicame…

Ana desLeal

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LAURINDA ALVES    15.01.2018   OBSERVADOR



Os meios não justificam os fins e nesta reportagem os meios são infames e no fim não há provas de nada. Nada nos é apresentado que confira com aquilo que nos foi anunciado. E isso é grave. E é desleal.
Não vale tudo, no suposto jornalismo de investigação! Não vale bater à porta de um psicólogo e, em clima de consulta, criar uma relação de confiança só para poder gravar de forma oculta, e não autorizada, tudo aquilo que diz; Não vale estabelecer uma conversa cheia de perguntas para obter respostas com o propósito único de as vir a editar e publicar, sem que o especialista saiba que está a ser entrevistado e não apenas consultado; Não vale induzir respostas; Não vale levar um profissional a cair em sucessivas armadilhas sempre artificiosamente montadas com base na confiança; Não vale tirar as coisas do seu contexto; Não vale reproduzir só aquilo que convém aos autores da reportagem porque bate certo com a sua teoria da conspiração, seja ela qual …

Se eu fosse filmado secretamente...

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SIMÃO ABECASSIS CORREIA   (19 ANOS)  FACEBOOK  11.01.2019



Se eu fosse filmado secretamente pelos meus amigos numa conversa e se no dia seguinte o vídeo fosse notícia, o título seria: Jovem manipulado pela igreja católica, extremista fascista, ultra-conservador, tem opiniões obscenas e retardadas. Isto hoje é assim: Ou aceitas a ideologia fomentada pela esquerda ou então és julgado em praça pública. Sem contar com o comunismo, que pouco sabe sobre a liberdade, queria perguntar aos restantes: e a minha liberdade? Acredito em Deus, não oiço vozes na cabeça, acredito por convicção própria. Gosto de corridas de touros, não sou assassino, sou interessado e conhecedor de arte. Sou do CDS, não sou fascista, sou conservador. Acredito que a carne é para ser comida, não, não me posiciono ao mesmo nível dos animais, afinal, tenho consciência. Acredito na família constituída por um pai, uma mãe e filhos. Acredito na passagem de valores entre pais e filhos. Sou contra o aborto, não sou inconsciente,…

Creches gratuitas: debater políticas que funcionam

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ALEXANDRE HOMEM CRISTO    OBSERVADOR     

Em vez de propinas e gratuitidade do ensino superior, discutir o acesso gratuito às creches é que deveria ser uma prioridade. E existem experiências internacionais de soluções que realmente funcionam. Definir prioridades é uma regra obrigatória na discussão de políticas públicas. Os recursos (dinheiro e tempo) são limitados e, como tal, devem ser investidos onde mais fazem falta. É uma regra de bom-senso que demasiada gente se esquece quando discute as opções políticas do governo ou as propostas partidárias: não há dinheiro para tudo. Ora, com uma inquietante regularidade, a definição de prioridades é feita por conveniência política. Um bom exemplo disso é o recente debate sobre o fim das propinas no ensino superior, porque reúne os três problemas que sempre surgem quando os interesses políticos se sobrepõem aos factos. Primeiro, a ausência de posições sustentadas em evidências: o governo e o presidente da república sentenciam o fracasso da polí…

À Entidade reguladora para a Comunicação Social

Para denúncia junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Enviar para:  info@erc.pt

Exmº Sr. Presidente do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social Dr. Sebastião José Coutinho Póvoas
No dia 10 de Janeiro a TVI, no Jornal das 8, transmitiu uma reportagem da autoria da jornalista Ana Leal com o título "A homossexualidade como uma doença".
A reportagem merece vários reparos, por exemplo, insiste na referência a terapias conversivas ou de reconversão, termo que nunca é referido por nenhum dos intervenientes, ou na afirmação que há um "grupo secreto" que acredita que os homossexuais podem ser curados, mais uma afirmação que nunca é referida nas imagens gravadas no suposto "grupo secreto".
Mas o que realmente é grave é que na reportagem foram captadas várias imagens e áudios, recolhidos por dispositivos ocultos e sem autorização das pessoas que nela participam.
A reportagem mostra variadas gravações de imagem e som de consultas da …