quarta-feira, 26 de julho de 2017

Cónego João Seabra – Prémio Fé e Liberdade

GUILHERME ALMEIDA E BRITO    ENTREGA PRÉMIO FÉ E LIBERDADE   JULHO 2017


O Instituto de Estudos Políticos distingue hoje com o prémio “Fé e Liberdade” o Cónego João Seabra. 
Tenho o gosto e o privilégio de conhecer o Padre João há mais de 40 anos.

Nesta relação de décadas, a dimensão que mais sobressai, a mais marcante e que está intimamente ligada à atribuição do prémio Fé e Liberdade, é a dependência do Padre João de Deus e a sua fidelidade à Igreja. 

O Padre João é um homem de fé: concebe-se a si próprio como profundamente dependente de Deus e fiel à Igreja. Essa perspectiva de si próprio e do significado da vida torna-o um homem muito livre. Muito dependente de Deus, o que significa muito livre em relação a tudo o resto, de forma muito natural, quase sem esforço. Na dependência de Deus, a liberdade em relação ao resto parece ser no Padre João tão simples como respirar.

A segunda dimensão que mais me marcou é a valorização de cada momento e o olhar para cada pessoa tendo presente o seu destino, a sua dignidade última. Concretizo com um exemplo: de cada vez que um Papa veio a Portugal, a começar em 1982, o Padre João nunca nos deixou de interpelar vivamente para vivermos esse momento como um acontecimento decisivo, verdadeiramente transformador. Disse-nos sempre algo como: Ver, encontrar o Papa, é como ver, encontrar Jesus. Como queres preparar esse teu encontro pessoal com Jesus? Desta pergunta levada a sério, nasce uma enorme liberdade e, consequentemente, muitas iniciativas. 
E o que se aplica, em particular, a cada visita do Papa, pode-se aplicar a qualquer dia, a qualquer conversa, a qualquer trabalho. A possibilidade de viver cada conversa como sendo decisiva para o nosso destino, para a nossa vocação, torna a vida uma aventura fascinante. Ao conversarmos com o Padre João é manifesto que ele está a olhar para nós tendo presente o nosso destino, o nosso desejo profundo de felicidade. É uma vertigem a possibilidade de conceber a vida desta forma, com esta dignidade.

Assim, para mim é uma total evidência, hoje tal como há 10, 20 ou 30 anos que juntamente com os meus pais, a Isabel e mais tarde os nossos filhos, o Padre João tem sido a pessoa mais decisiva na minha vida. Isso é muito evidente para mim e para minha família, mas o que é verdadeiramente enternecedor é que é igualmente evidente para centenas de pessoas, centenas de famílias.

O interesse sério pelo destino de cada pessoa confere ao Padre João uma dimensão profunda de paternidade e torna o Padre João um verdadeiro educador. Uma dimensão que ultrapassa as limitações geográficas ou geracionais. Partilho outro exemplo: quando estávamos nos Estados Unidos, o Padre João com o seu sentido de paternidade conseguiu ir visitar-nos várias vezes, apenas para saber e ver como estávamos, a nós e a outros dos seus amigos. No entanto, com a sua disponibilidade e interesse pelo destino de cada um, não só nos visitava a nós, como rapidamente se tornava referência para os nossos amigos americanos que tinham com o Padre João conversas absolutamente decisivas. Assim, agora quando vêm a Lisboa, vêm-nos visitar a nós com quem conviveram vários anos, e ao Padre João, com quem conversaram apenas três ou quatro vezes, mas de forma realmente transformadora. 

Dos aspetos que mais me comove é encontrar no relacionamento do Padre João com os nossos filhos e os seus amigos, que têm cerca de 20 anos, a mesma paternidade que caracterizou e caracteriza a sua relação comigo e com os meus amigos. Muitas gerações têm assim beneficiado deste interesse do Padre João pelo destino de cada um, estendendo-se até à geração do meu sobrinho mais novo que tem 7 anos e que nas boleias de carro com a Isabel dialoga com entusiasmo com o Padre João.

A terceira dimensão que gostaria de sublinhar é que o Padre João tem uma capacidade natural para uma liderança carismática que gera comunidades. Porque se concebe como dependente de Deus, o Padre João não se apresenta como critério ou como exemplo. Aponta para um Outro, para Deus que corresponde ao nosso desejo de felicidade. E daí nasce uma enorme fecundidade e criatividade, vivida com muita liberdade e em comunidade.

Nos vários locais por onde foi passando o Padre João sempre teve facilidade de congregar muitas pessoas. Tem sido aparentemente simples lançar com criatividade, em comunidade, muitas iniciativas inovadoras que, mesmo assim, em termos de execução, não dependem demasiado da disponibilidade de tempo do Padre João.

Desde os tempos de jovem seminarista com a pastoral diocesana, com as equipas de Nossa Senhora e os campos de férias, como capelão da Universidade Católica, com o Grupo de Apoio à Capelania, as peregrinações a Fátima que foram lançadas nos anos 80 e duram até hoje, o GasAfrica, as aulas na Católica; as Razões da Nossa Esperança, a criação de programas de televisão, as missas em Santa Isabel, a vida nas paróquias de Santos e da Encarnação; o apoio à formação de seminaristas e o acompanhamento próximo dos jovens padres, a liderança do movimento Comunhão e Libertação e do Instituto de Direito Canónico, a colaboração no Patriarcado; os meetings de Lisboa, as férias do CL com mais de 400 pessoas desde os avós até aos netos recém-nascidos; a relevância dada à preparação dos acólitos e aos grupos de preparação para o Crisma, o cuidado com a liturgia, a preparação das homilias e dos retiros, as procissões no centro de Lisboa quando elas estavam em desuso, as múltiplas conferências organizadas, por exemplo, sobre a Doutrina Social da Igreja, há um vastíssimo número de iniciativas, que não tenho de todo a pretensão de conhecer sequer a maioria, que revelam bem a fecundidade de uma grande liberdade.

Os mesmos critérios aparecem na criação do colégio de São Tomás. Nasce de um interesse em proporcionar às crianças e jovens uma formação integral, católica, centrada no desenvolvimento da pessoa para o seu destino. A criação do colégio de São Tomás seria em termos realistas um evento muito improvável. Num momento de dificuldade para a liberdade de educação, o Padre João, como educador, dispôs-se a implementá-la de forma prática, com persistência e generosidade, sempre bem acompanhado por muitos que estão aqui hoje. Com recursos muito limitados, o Padre João foi capaz de congregar a sociedade civil, de mobilizar muitas boas vontades, de constituir uma comunidade que ajudou a criar e a desenvolver de maneira sólida uma nova proposta educativa que em 12 anos já teve impacto na educação de mais de 3000 jovens, incluindo mais recentemente a gestão do colégio de S. José do Ramalhão, em Sintra.

Para além das três dimensões que mais me tocaram: a dependência de Deus e a fidelidade à Igreja, a valorização de cada instante como decisivo e o focus no destino de cada pessoa e finalmente a capacidade de gerar comunidades, há toda uma série de dimensões que dão um colorido próprio à presença do Padre João: uma cultura vastíssima e uma inteligência arguta, uma capacidade pedagógica para explicar de forma clara e completa temas complexos, uma enorme facilidade linguística - já o ouvi pregar e conversar fluentemente em pelo menos cinco línguas, a facilidade de relacionamento com pessoas muito diversas, a sua irreverência e o seu humor.

O júri do prémio Fé e Liberdade pediu-me para falar sobre o Padre João e eu assumi que ao fazê-lo me estavam a pedir para partilhar esta perspetiva pessoal. Mas para o premiado e para o Instituto de Estudos Políticos, não me pareceu justo ficar limitado a esta experiência de discípulo face ao mestre, de filho face ao pai. Assim, pedi alguns outros contributos que melhor do que eu fazem justiça ao homenageado. Partilho pequenos excertos de vários testemunhos de amigos, irmãos, discípulos que representam desta forma anónima tantos outros que aqui poderia referir:

O Padre João Seabra é uma referência pública para inúmeros católicos portugueses, especialmente do Patriarcado de Lisboa, como sacerdote que combate o bom combate pela fé. A mais distintiva faceta desse combate, é a defesa e promoção da liberdade: da liberdade religiosa, da liberdade da Igreja, da liberdade de consciência, da liberdade de educação. Primeiro, na Universidade Católica, a que a sua vida está tão intensamente ligada, depois na criação do Colégio de S. Tomás, o P. João Seabra é um vulto da luta pela liberdade de educar para a verdade e na verdade, razão pela qual o Instituto de Estudos Políticos o quis levantar como exemplo à admiração dos mais novos e dos vindouros, para que deem continuidade ao seu combate.

O Padre João é um grande crente e um grande pai, uma pessoa que se preocupa com o educar. Vemos que as pessoas quando falam do Padre João se lhes ilumina o olhar.

A fé que o Padre João sempre nos testemunhou não veio apenas das suas brilhantes lições mas sobretudo da sua "visível" comunhão com Cristo (muitas vezes iluminada pelo profundo sentido e razoabilidade das suas lições, outras vezes pelos seus gestos de caridade e de oração) e pela sua independência, pela sua liberdade relativamente ao "mundo".

O Padre João marcou uma geração de alunos da Universidade Católica com a sua fé, inteligência e carisma. Numa idade em que muitas das nossas preocupações eram superficiais e temporais, o Padre João Seabra levantou o nosso olhar para aquilo que é divino e eterno

Apesar da inequívoca falta de tempo, o João, irmão, foi e ainda é, um esteio na união da nossa família, sempre pronto para acudir a qualquer um que necessita de apoio e preservando e perseverando na união da família. Deve-se também a ele a ainda hoje constante reunião da família, em muitas ocasiões.

Num tempo em que a Igreja se sente minoritária, o Padre Seabra nunca pediu desculpa por ser quem é ou licença para se meter na vida de quem encontra.

João Seabra, jovem brilhante, fogoso e apaixonado, mergulhou em Cristo na Igreja. Sem perder as suas maneiras e estilo, acima de tudo, e por dentro de tudo, ele pensa como a Igreja, fala na Igreja, vive a Igreja. Colocar a palavra «Padre» na sua assinatura é um símbolo desta identidade radical. 

A inteligência, a eloquência, são dons, mas a generosidade de dispor totalmente de si próprio, a coragem de suportar a adversidade, a convicção contagiante na misericórdia de Deus, o entusiasmo que põe em tudo o que faz, são fruto da sua determinação de se ultrapassar todos os dias para se pôr ao serviço de Jesus e da sua Igreja!

Resta-me agradecer ao Instituto de Estudos Políticos pela iniciativa de em tão boa hora atribuir ao Padre João o prémio Fé e Liberdade e, principalmente, agradecer ao Padre João pela sua paternidade e companhia absolutamente decisivas na vida de tantos de nós. 

Muito obrigado, Padre João.

O racismo e eu

SEBASTIÃO BUGALHO   SOL   22.07.17
Nunca conheci os meus avós. Oiço histórias, as mesmas, com o mesmo carinho, desde pequeno. Viveram e serviram Portugal no estrangeiro. Quando o meu pai nasceu em Marrocos, foi para uma escola pública. Em respeito aos colegas, não comia nem bebia à frente deles no Ramadão. 
Esse reconhecimento da diversidade foi-me passado por ele, pela minha avó de ascendência indiana, pela minha tia de ascendência japonesa; por uma família cuja normalidade era a diferença. 
Ao longo da juventude, os choques da realidade com esse meu normal sucederam-se. A ideia de o racismo ser uma verdade adormecida, mais que evidente, é gigantesca. 
Olhares de lado em restaurantes que nos obrigavam a mudar de mesa, perguntarem se quem me levava à escola «era o motorista» por ser afrodescendente, colegas a caminho da faculdade de medicina que «deixariam os pretos morrer na sala de operações». 
Desde que escrevo opinião publicamente que recusei responder a acusações de racismo com postais de natal. Vivi-o demasiado de perto para usar a família como arma política. Não é isso que este texto pretende.
Quando entrevistei o André Ventura, faz hoje uma semana, não esperava que a conversa provocasse a polémica nacional que provocou. Não esperava, sobretudo, toda a politização e tentativa de aproveitamento que se sucedeu. 
Podemos discordar de Ventura, ignorar a reação de apoio social que obteve, advertir para o perigo de generalizações, pedir-lhe dados concretos ou até ir a Loures ver com os próprios olhos. Mas não podemos deixar que a paisagem política utilize uma polémica para proveito próprio e não para defender o que seja. E foi isso que aconteceu, da direita à esquerda.
O Partido Socialista convocou uma conferência de imprensa, dizendo que se Passos Coelho não retirasse o apoio ao candidato estaria a ser «cúmplice» de racismo. O Bloco de Esquerda também desafiou o líder do PSD a pronunciar-se sobre o caso e lembrou que «há jovens de famílias ricas em Cascais que organizam gangues». 
Pessoalmente, não sei o que é mais cómico. Acusar Passos de racismo - e aí está alguém que também não usa a família como arma política -, precisar disso  para fazer publicidade a candidatos, comparar minorias a «famílias ricas» como se estivéssemos na revolução de Outubro ou o Bloco apresentar queixa na Ordem dos Advogados quando André Ventura nem advogado é. 
O foco, viu-se, era trazer Passos Coelho para a lama; não era defender a comunidade cigana. Mas a brigada moral, já se sabe, tudo pode. Ir a marchas LGBT, mas defender a religião muçulmana que é contra a homossexualidade; gritar pelo feminismo e agora vir defender uma etnia que promove o casamento de raparigas menores de idade.
Desta vez, o ridículo não se esgotou aí. 
Teresa Leal Coelho precisou que um candidato do seu partido criasse polémica para emitir um primeiro comunicado à imprensa. A candidata do PSD a Lisboa repudiou as afirmações de André Ventura, dizendo que a «diversidade e a multiculturalidade» devem ser «celebradas». 
A ironia é Teresa fazer campanha com cartazes que pedem uma Lisboa «que não expulse os seus» na semana em que acusa um candidato de não ‘celebrar’ a diversidade. 
É mesmo assim que queremos discutir o racismo?

Os 73 mortos no incêndio de Pedrogão

JORNAL I   22.07.17
(Em atualização)
1Fausto Lopes da Costa (73)esposoVárzeajantavam na Várzea e fugiram em três carros. N236
2- Lucília SimõesesposaVárzeaN236
3- Miguel Lopes da Costafilho do Faustoadvogado da Misericórdia da Amadora. N236
4- Ana Mafalda Lacerdaesposa do MiguelN236. Mafalda na Sábado, Ana no CM
5- António Costa (6)filho do Miguel/Mafaldajogava rugueby no belenenses. N236
6- Joaquim Costa (4)filho do Miguel/MafaldaN236
7- Fernando Rui Mendes da Silva (48)filho da LucíliaN236. Estudou em coimbra. Observador: "mais familiares" possivelmente
8- mulher n/ identificadaesposa de Fernando, madastra LuísN236
9- Luís Fernando Mendes (5)filho de FernandoN236
10António Lopes (88)esposoMoitamorreram abraçados em casa, soterrados quando o teto desabou
11- Augusta Lopes (87)esposa
12Sara Costa (35)Vila Facaia (era de Figueiró)morreu queimada em casa, deixa um filho de 7 anos (Dinis)
13- Alzira Carvalho da Costa (71)familiarVila Facaiaatropelada ao fugir das chamas. sepultada em Vila Facaia
14Sara Antunes (33)era de Sesimbramorreu no jardim, juntamente com a sogra??
15Maria Cipriano (59)esposaeram da Amadoraempresários. Vinha a regressar de um jantar em góis. dentro do carro N236
16Manuel André Almeidaesposoeram da AmadoraNaturais de vale de vargo (Serpa), diz o Público N236
17Fernando Abreu (cerca de 60)esposoviviam em Monte Abrãaomorreram encarcerados no carro. N236. iam a PG com frequencia
18- Arminda Abreuesposaviviam em Monte AbrãaoN236
19- Manuel Abreupai de Fernandoviviam em Monte AbrãaoN236
20- Aurora Abreumãe de Fernandoviviam em Monte AbrãaoN236
21Eliana Damásio (38)esposa do antonioSarzedas S.Pedrosepultado no cemitério local  (Fábrica Textil Morgado)
22- António Damásio Nunes (41)esposo da Eliana, irmão do nelsonSarzedas S.Pedrosepultado no cemitério local  (Fábrica Textil Morgado)
23- Nélson Damásio Nunes (33)irmão do antonioSarzedas S.Pedrosepultado no cemitério local  (Fábrica Textil Morgado)
24- Paulo da Silva (36)amigoSarzedas S.Pedrosepultado no cemitério local  (Fábrica Textil Morgado)
25Sérgio MachadoesposoEscalos Fundeirosdesaparecidos desde sábado, morreram. tinham ido à praia da Roca N236
26- Lígia SousaesposaEscalos FundeirosN236
27- Martim (2)filhoEscalos FundeirosN236
28- Bianca (4)filhaEscalos FundeirosN236
29Vitor Manuel RosaPobrais. Pedrógão Grandeencontrado morto em casa que ardeu na noite de domingo  Inf Ondolina Fernandes
30Gonçalo Conceição (40)bombeiro
31Afonso ConceiçãoimigranteColidiu com Rodrigo e Sidnel
32Sidnel/Sidel Belchior (37)tio
33- Rodrigo (4)sobrinhoos pais estavam em lua de mel em S.Tomé e Principe
34Odete AntunesavóMó Pequena/NodeirinhoFugiu com a Bianca ao colo, foram encontradas mortas junto a Nodeirinho
35- Bianca Antunes (4)netaMó Pequena/Nodeirinho
36Susana/Suzana Marques Pinhalmãeera de Póvoa de S. Iriamorreram "juntas". o pai sobreviveu. N236
37- Margarida Pinhal (12)filhaera de Póvoa de S. Iria
38- Joana Pinhal (15)filhaera de Póvoa de S. Iria
39José Maria Graçaesposode férias em Vila Facaia/VárzeaBobadela, apanhados pelas chamas na N236
40- São Graçaesposade férias em Vila Facaia/VárzeaEra da Bobadela N236
41Ricardo Martins (cerca de 30)namoradoPobraismorreram num de dois carros, o outro teria mais uma familia N236  (??? - confirmar que família: estão contabilizados???)
42- Ana Henriques (cerca de 30)namoradaPobraisN236
43- Jaime Carvalhopadrasto do RicardoPobraisN236
44- Fátima Carvalhomãe do RicardoPobraisN236
45Felismina Rosa Nunes (82/83)Avelarficou em casa
46Luciano Maria Joaquim (78)fugiu de carro, despistou-se, tentou ir a pé, morreu perto de Vila Facaia
47Mário CarvalhotioNodeirinhosaíram de casa para ver como estavam os bens. Funeral na Graça
48- Diogo CarvalhosobrinhoNodeirinhoqueimado na berma da estrada, de Pedrógão Grande
49Fernando/Eduardo CostaesposoVilas de Pedro (Figueiró)eram da Pontinha (Odivelas), deixam 2 filhos. N236
50- Maria Cristina CostaesposaVilas de Pedro (Figueiró)N236
51Luísa Rosaesposade Lisboa
52- Vasco Rosaesposode Lisboa
53- filhofilhode Lisboa
54Dídia Augusto (58)Balsainvisual, morreu agarrada à cama
55Anabela Silva Lopes de CarvalhoSarzedas do VascoSarzedas de S. Pedro
56Leonor Silva HenriquesSarzedas do Vascoiam no carro da Anabela Carvalho  (Inf Hab Local)
57Armindo Henriques ModestoSarzedas do Vascoiam no carro da Anabela Carvalho   (Inf Hab Local)
58Anabela Esteves (47)vizinhoPobraismorreu queimado no carro c/ a vizinha N236
59- Anabela Araújo (38)vizinhaPobraismorreu queimada no carro, com todo o ouro e 30.000 euros N236
60Anabela QuevedoVila Facaiamorreu em Vila Facaia
61Manuel Bernardo (cerca de 60)esposodespistaram-se a tentar fugir de uma aldeia
62- Maria Odete dos Santos (cerca de 60)esposa
63Manuel CostatioNodeirinhoencontrado morto junto ao carro
64- Diogo CostasobrinhoNodeirinhosaiu de casa com carrinha e baldes de água - DESAPARECIDO?
65Jaime Mendes info de habitante local
66Helena HenriquesSarzedas de Vascoencontrados dias depois (dia 22 ??? )
67José Henriques da SilvaSarzedas de Vascoencontrados dias depois (dia 22 ??? )
68Fernando SantosCampelosencontrado na mata junto a Pobrais, vários dias depois do incêndio
69Américo Rodrigues(a recolher informação)EXPRESSO
70José Rosa Tomásde Nodeirinhofuneral a 17/7 morreu no hospital
71Armindo Rodrigues MedeiroPresidente da Mesa do SIMAR PS Sacavem - info na pagina oficial
72Esposa de Armindo Rodrigues Medeiro homenageada em pagina oficial do PS
73Fernando Silva de Castanheira de Perainfo segurança social da localidade
Atualizado em 23/07/2017 às 17:32