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The biblical Truths at the heart of This is Us

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The new NBC show This is Us has become “must-see TV” for an entire generation of viewers. Fair warning: spoilers ahead. What makes this show unique is how it simultaneously shows the stories of two generations of one family. Movies commonly have flashback scenes that give context as to why a character is thinking or behaving a certain way. But This is Us is the only TV show in recent memory that seamlessly weaves together complete storylines of two different generations. Why is this narrative technique significant? More than just giving us an hour of weekly entertainment, This is Us powerfully reminds us that where we come from matters. What happened in the lives of those who raised us has the potential to significantly impact the people we become. We can try to downplay this with cries of “I’m never going to be like my parents,” but the powers of both nature and nurture are hard to fully escape. What works on the show is that the stories of the main characters and the storie...

“This is Us” Honors Marriage and Respects Fatherhood

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INSTITUTE FOR FAMILY STUDIES.ORG “ I just want more time with them—I want to freeze time with them so that I can get a little bit more .” That is how super-father-to-be Jack (played by Milo Ventimiglia) of NBC’s new hit show,  This is Us , responds to a group of dads who try to convince him to take up golf to escape his wife, who is pregnant with triplets. Like Jack, who can’t seem to get enough of his growing family, millions of fans (myself included) want "more” of  This is Us , the breakout family drama that  Entertainment Weekly  has called “an epic family love story that you can’t help but root for.” Last week, NBC  announced  that it is renewing the show—which depicts the present-day lives of siblings Kevin, Kate, and Randall intermingled with flashbacks of their childhood—for another two seasons. Much has been written about the show's popularity, with one obvious reason being the near-constant plot twists. "Something we play with o...

O POVO recomeda: This is Us

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- "Sabem o que é que vende tanto como sexo?" dizia-nos no outro dia um padre nosso amigo. - "A Família." Que seja verdade vê-se bem na resposta impressionante do público a esta série nos Estados Unidos. É que esta família está a vender, e bem, e por duas boas razões: o Pai e a Mãe. Chegada à 2ª temporada, 'This is us' surpreende pelo foco que dá à vida 'normal' de uma família. Claro que são retratados pelo meio, assuntos estratégicos da sociedade americana (o racismo, a obesidade...), mas acima de tudo, surpreende pelos retratos do Pai e da Mãe.  Sobre o pai, disse numa entrevista o actor desse papel:   " Ele não quer ouvir o médico falar dos riscos. Não. Três filhos e uma mulher saudável - É isto. Mas vamos vê-lo evoluir e ganhar consciência do sentido real da sua vida." É para lá do optimismo inicial. Aprofunda o sentido de responsabilidade que é precisa para educar aquela família, suportar aquela família, talvez até morrer po...

Ser feliz é dar-se!

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Sofia Costa Guedes, Facebook , 20160911 Hoje, Domingo, quando estava a fazer a minha caminhada habitual, mesmo à beira do Atlântico, reparei num cena que me interpelou profundamente e quase me deu a resposta para o sentido da vida! Estavam um pai e os seus dois filhos à pesca. Percebi que o pai ensinava com muita calma e paciência, dando atenção ora a um ora o outro. Depois afastava-se um pouco e observava enquanto preparava um outra  coisa. O dia está lindo, e o mar parece que respira, com as ondas a crescerem ao aproximarem-se da terra onde se vão desfazer. É neste ir e vir, neste crescer e morrer que a vida acontece. Desde sempre ouvi a frase “ mais do que lhe dar o peixe, é ensina-lo a pescar”. E sempre achei uma frase bonita, com sentido. Mas hoje que vi ao vivo esta afirmação, fui ainda mais longe... Percebi que o sentido da vida, é o que passamos aos outros, o que ensinamos, ou o que nos é ensinado. Não em termos intelectuais, mas a sabedoria da vida corrente, aquela...

As notas e os pais

Inês Teotónio Pereira DN 20160611 Os pais têm um problema com as notas: têm uma relação emocional de amor ódio com as notas. Os pais só gostam de notas quando elas são boas e em êxtase quando são excelentes. De resto, detestam notas. E porquê? Porque há um entendimento geral segundo o qual as notas têm como efeito colateral uma avaliação do nosso desempenho como pais. Quando as avaliações dos nossos filhos são boas, quer dizer que somos bons pais; se são más, quer dizer que estamos a falhar. É assim como no desporto: se temos craques em casa, quer dizer que fomos brindados com alguma coisa de divinal, o poder de criar génios. Basta assistir ao comportamento dos pais nas bancadas dos campos de desportos infantis e fica-se imediatamente a perceber que quem está a jogar, a sofrer, a empenhar honra, orgulho e glória dentro das quatro linhas não são as criancinhas de 7 anos - essas só se querem divertir -, são os pais. Apenas os pais. Na matemática é igual. Um filho bom aluno é um di...

A HERANÇA DE MEU PAI

José Tolentino de Mendonça Expresso21 de Maio de 2016  Precisamos De pensar na natureza dos tesouros que podemos efetivamente dar ou receber, e como eles estão afinal mais ao nosso alcance do que porventura julgamos  Quando se fala de heranças, deveria ser claro que as coisas materiais são o aspeto menos importante de uma transmissão que se for apenas dos direitos de propriedade disto ou daquilo verdadeiramente não se consuma. As heranças verdadeiras, aquelas que nos confirmam numa determinada filiação ou linhagem, têm por força que ser mais amplas, mais ambiciosas e, ao mesmo tempo, mais irredutivelmente pessoais do que a pura materialidade. Lembro-me de um verso de Ruy Cinatti: “Quem não me deu Amor, não me deu nada”. E ele escrevia Amor assim, com maiúscula, como que a sugerir que a única dádiva que conta é aquela que nos inicia, através de mil entradas possíveis, no conhecimento do amor como o nome maior entre todos os outros, como a experiência que nos ancora no ...

Pais e filhos. E professores

António Barreto DN 2016.05.01 O ministério jamais fez reais esforços para interessar os pais, lhes dar tempo, poderes e responsabilidades A moda está a pegar. Já tínhamos reuniões bilaterais periódicas, semanais ou não, entre os três partidos da quase coligação, a fim de verificar, acompanhar e aprofundar. Sem falar nas reuniões permanentes entre os representantes do governo e dos dois partidos que apoiam mas não fazem parte. Já havia também as reuniões regulares entre os responsáveis pelos grupos parlamentares dos três partidos e meio que apoiam o governo. E ainda tínhamos as reuniões temáticas ou de grupos de trabalho dos dois ou três partidos a fim de desenvolver legislação e programas específicos. Agora, temos uma novidade absoluta: as reuniões trimestrais entre o ministro da Educação e os sindicatos de professores. Para acompanhar as medidas e a acção do ministério, diz a FNE, Federação Nacional de Educação. Para avaliar as políticas de educação, diz a Fenprof, Federaçã...

Jesus quis ter uma mãe e um pai

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Ser pai não é um direito, é um dever

Henrique Raposo Expresso, 20160202 Ser pai não é um direito como votar, dizer o que nos vai na alma ou ter cativo na Catedral. Ser pai não entra na esfera festiva da vidinha, não está no terreno dos likes e dos gatinhos felpudos. Ser pai é um dever que cobra caro, que remete para o sacrifício e renúncia de incontáveis direitos e prazeres. Sim, tem incontáveis alegrias, mas essas são apenas a ponta do iceberg que lá vai aparecendo nesse estendal de mentiras chamado Facebook. Porque o ponto central da paternidade não é o pai, é o filho. E o que está errado na retórica do “direito à paternidade” dos casais gays é precisamente a centralidade do direito a ser pai, como se estivéssemos a falar de mais uma “conquista” da escadaria do progresso. Lamento, mas ser pai não é um direito. A paternidade não é direito de ninguém.  Ao contrário da adoção por casais gays, a co-adoção não me oferece dúvidas. Muitas vezes, trata-se somente da regularização de algo que já existe na realidade....

A autoridade dos pais

Pe. Rodrigo Lynce de Faria A educação não pode prescindir nunca da autoridade. Mas a autoridade não pode prescindir nunca do bom exemplo e da confiança, que tornam aceitável o seu exercício. A autoridade dos pais na educação dos seus filhos possui um fundamento natural. Surge espontaneamente. Mais do que procurar conquistá-la, os pais devem ter a preocupação de mantê-la e de exercitá-la bem. Como alguém disse, a autoridade possui uma estreita relação com a verdade porque a representa. Assim entendida, a autoridade não é nunca arbitrariedade, mas sim um verdadeiro serviço. É interessante notar que esta noção de autoridade como ...

Pai herói

Inês Teotónio Pereira ionline 2015.03.21 O meu pai chorava a rir. Caiam-lhe lágrimas pela cara abaixo como só acontece com quem é genuinamente feliz apenas pela graça da vida  Quando o meu pai chegava a casa corríamos todos para ele. Chegava quase sempre com um sorriso que se mantinha apesar do dia, dos problemas, do trânsito ou das chatices que tinha vivido. O meu pai gostava de chegar a casa. E isso, para nós, chegava. Ele gostava de nos ver, de nos abraçar, de nos fazer cócegas e principalmente de abraçar a minha mãe. O meu pai tocava piano fazendo caretas cómicas e também tocava guitarra abstraindo-se do frenesim típico de uma casa com nove filhos. O meu pai só lia o jornal ao fim do dia, sentado na cadeira que era só dele e apesar do barulho da televisão. Só nos mandava calar para ouvir o telejornal e só perdia as estribeiras com a política – muitas vezes, portanto. Também falava muito. Adorava falar, contar histórias e partilhar o que lhe tinha acontecido to...

Crónica Ocasional: Pai

Paulo de Almeida Sande   observador 19/3/2015 Resumiria o amor do pai e pelo pai a uma frase com pretensões holísticas: meu pai, meu castelo, impante ou em ruínas, meu constante e eterno abrigo. Dia do pai. Todos tivemos um. Muitos somos ou seremos pais. Há responsabilidade maior? Há amor maior? Ser pai hoje não é o mesmo que ser pai ontem. Na verdade (se me permitem um disparate), nunca foi. O papel dos pais mudou continuamente ao longo da História do homo sapiens. Mais ainda: muda ao longo das nossas vidas. Olhem para o vosso pai, aqueles que ainda têm a sorte de o ter vivo: o que vêem? Depende da idade que tiverem, claro. Do super-homem da infância ao ser vergado ao peso dos anos da idade madura, o pai transforma-se, torna-se transparente, friável, moldável pelas mãos de quem moldou. Quando me apeteceu escrever esta crónica (e as crónicas ocasionais, por definição, são as que me apetece escrever e o Observador tem a bondade de acolher nas suas páginas), pense...