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A nova criatura

«O Baptismo é o mais belo e magnífico dos dons de Deus. […] Chamamos-lhe dom, graça, unção, iluminação, veste de incorruptibilidade, banho de regeneração, selo, e tudo o que existe de mais precioso. Dom, porque é conferido àqueles que nada trazem; graça, porque é dado até aos culpados; baptismo, porque o pecado é sepultado na água; unção, porque é sagrado e régio (tais são os que são ungidos); iluminação, porque é luz resplandecente; veste, porque cobre a nossa vergonha; banho, porque lava; selo, porque nos guarda e é o sinal do senhorio de Deus»    ( São Gregório de Nazianzo). Estes dias têm sido mais atarefados do que é costume, a ponto de não me terem deixado tempo para organizar a habitual mensagem diária do Povo. Com alguns dias de atraso não posso e não quero deixar de dar-me conta do acontecimento que foi, na nossa família, o baptismo da nossa neta, Maria Leonor . Foi ocasião de retomar a magnífica lição do Papa Bento XVI sobre...

Baptismo da Maria Leonor

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Igreja de Nossa Senhora de Fátima (Carregado) 2015.04.11

Vão saber? Sim, é um trabalho de casa

Fonte: Rome Reports 11 setembro de 2013 . ( Romereports.com ) O Papa gosta de estar com as pessoas, cumprimentar, receber os seus cartões e presentes, e acima de tudo, nunca negar a uma criança o cumprimento. Cada audiência geral é prova disso. Durante os 40 minutos que levou sua volta à Praça de São Pedro parou várias vezes para cumprimentar todos os que conseguiu, mais de 100. E não quis perder nenhum. "Falta um que me chamou ali atrás ... " Na audiência de hoje, o Papa falou mais das mães do que dos filhos . O Papa Francisco explicou que os cristãos chamam à Igreja "mãe " graças, em primeiro lugar, ao baptismo, que faz nascer neles uma nova vida, a vida de fé . PAPA FRANCISCO "Quantos de vocês sabem a data do seu baptismo?  Há algumas mãos ali... Levantam-se algumas mãos .  E quantos não se lembram, hem?! Pensam acho que foi na Páscoa, ou no Natal ...  Mas o dia do baptismo é o dia do nosso nascimento na Igreja, o dia em que a Mãe Igreja te...

"Quem sabe em que data foi baptizado?"

RR online 11-09-2013 12:42 por  Ângela Roque O Papa desafia os cristãos a confirmar a data do seu baptismo, pois esse foi o dia em que nasceram na Fé. Na audiência geral desta quarta-feira, Francisco falou da Igreja como "mãe de todos os cristãos", que ama e cuida dos seus filhos. O Papa retomou esta quarta-feira as catequeses no Ano da Fé e comparou a imagem da Igreja à de uma mãe: "uma mãe não se limita a dar a vida, ajuda os seus filhos a crescer, alimenta-os, acompanha-os com atenção, mesmo quando já são crescidos". Num discurso com muitas perguntas directas aos peregrinos, o Papa lembrou que pertencer à Igreja não é acto formal, "não se pertence à Igreja como a uma sociedade ou a um partido", sublinhou, desafiando quem o escutava a recordar a data em que foi baptizado. "Quantos de vós recordam a data do vosso baptismo? Quantos não se lembram? Mas a data do baptismo é a data do nosso nascimento para a Igreja, na qual a mãe Igre...

O que pedis para o vosso filho?

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O Pedro Maria foi baptizado ontem de manhã. Quando ouvi o Padre Luís Miguel perguntar `"O que pedis para o vosso filho?" ouvi com determinação uma resposta surpreendente. Seria de esperar pedir saúde, que a vida lhe corra bem, mas não. O que a Inês e o Gonçalo pediram, foi o baptismo. Com o baptismo restituímos a Deus o que veio d'Ele. Passa a pousar no Pedro Maria a complacência de Deus. Relembro a homilia do Papa no dia do Baptismo do Senhor de há uns anos como aprofundamento da consciência desta adopção divina. Como dizia há dois dias ( Ser avô ) a fé dos pais dos nossos netos é um testemunho e uma educação para os avós.

7 tópicos sobre o Baptismo

Sete tópicos sobre o Baptismo explicados pelo papa Bento XVI na sua Lectio Divina de 11 de Junho : · Porque é necessário ser baptizado? · 1ª consequência – Ser baptizado é ficar perto de Deus · 2ª consequência – Não sou eu que me faço cristão · Se somos de Deus estamos vivos para sempre · A doutrina dos dois caminhos: um caminho ao qual dizemos não e um caminho ao qual dizemos sim o As renúncias: · à pompa do demónio que nos tempos modernos é o way of life onde o que conta não é a verdade mas a aparência · renunciais ao pecado? É mesmo possível ofender a Deus? Finalmente, · é justo baptizar as crianças

Baptismo VII - É justo baptizar as crianças?

É JUSTO BAPTIZAR AS CRIANÇAS?   No final permanece a questão – apenas uma breve palavra – do Baptismo das crianças. É justo fazê-lo, ou seria mais necessário percorrer primeiro o caminho catecumenal para alcançar um Baptismo autenticamente realizado?   E outra pergunta que se apresenta sempre é a seguinte: «Mas podemos impor a uma criança a religião que ela há-de viver ou não? Não devemos deixar à criança a escolha?».    Estas perguntas demonstram que já não vemos na fé cristã a vida nova, a vida verdadeira, mas vemos uma escolha entre outras, e também um peso que não se deveria impor sem obter o assentimento da parte do sujeito.   A realidade é diferente.   A própria vida é-nos dada sem que nós possamos escolher se queremos viver ou não; a ninguém pode ser perguntado: «Queres nascer ou não?». A própria vida é-nos dada necessariamente sem consentimento prévio, é-nos concedida assim e não pode...

Baptismo VI - É possível ofendermos a Deus?

É POSSÍVEL OFENDERMOS DEUS? «Renunciais ao pecado para viver na liberdade dos filhos de Deus?».  Hoje liberdade e vida cristã, observância dos mandamentos de Deus, caminham em direcções opostas; ser cristão seria como uma escravidão; liberdade é emancipar-se da fé cristã, emancipar-se – no final de contas – de Deus.    A palavra pecado parece para muitos quase ridícula, porque dizem: « Como?! Não é possível ofender a Deus! Deus é tão grande, o que interessa a Deus, se eu faço um pequeno erro? Não podemos ofender a Deus, o seu interesse é demasiado grande para ser ofendido por nós ». Parece verdade, mas não é assim. Deus fez-se vulnerável. Em Cristo crucificado vemos que Deus se fez vulnerável, fez-se vulnerável até à morte. Deus interessa-se por nós porque nos ama, e o amor de Deus é vulnerabilidade, o amor de Deus é interesse pelo homem, o amor de Deus quer dizer que a nossa primeira preocupação deve s...

Baptismo V - Quais são as "seduções do mal?"

QUAIS SÃO AS "SEDUÇÕES DO MAL"? O Sacramento do Baptismo não é o gesto de uma hora, mas constitui uma realidade de toda a nossa vida, é um caminho de toda a nossa existência.   Na realidade, por detrás encontra-se também a doutrina dos dois caminhos, que era fundamental no primeiro cristianismo: um caminho ao qual dizemos «não», e outro caminho al qual dizemos «sim».   Comecemos pela primeira parte, as renúncias . São três, e realço sobretudo a segunda: «Renunciais às seduções do mal, para não vos deixardes dominar pelo pecado?».   Que são estas seduções do mal?    Na Igreja antiga, e ainda durante séculos, aqui havia esta expressão: «Renunciais à pompa do diabo?», e hoje sabemos o que se entendia com esta expressão: «pompa do diabo». A pompa do diabo eram sobretudo os grandes espectáculos cruentos, nos quais a crueldade se torna divertimento, matar homens se torna algo espectacular: espectáculo, a ...

Baptismo IV - Estamos vivos para sempre

ESTAMOS VIVOS PARA SEMPRE E finalmente, voltemos à Palavra de Cristo aos saduceus: «Deus é o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob», e portanto eles não estão mortos; se são de Deus, estão vivos.    Quer dizer que com o Baptismo, com a imersão no nome de Deus, estamos também nós já imersos na vida imortal, somos vivos para sempre. Por outras palavras, o Baptismo é uma primeira etapa da Ressurreição: imersos em Deus, já nos encontramos imersos na vida indestrutível, começa a Ressurreição. 

Baptismo III - 2ª consequência - Não somos nós que nos fazemos cristãos

2ª CONSEQUÊNCIA – NÃO SOMOS NÓS QUE NOS FAZEMOS CRISTÃOS   Uma segunda consequência daquilo que eu disse é que nós não nos fazemos crist ãos.   Tornar-se cristão não é algo que deriva de uma minha decisão: «Agora faço-me cristão».   Sem dúvida, também a minha decisão é necessária , mas é sobretudo uma acção de Deus comigo: não sou eu que me faço cristão, mas eu sou assumido por Deus, guiado pela mão por Deus e assim, dizendo «sim» a esta acção de Deus, torno-me cristão. Tornar-se cristão, num certo sentido, é passivo : eu não me faço cristão, mas é Deus quem me faz um homem seu, é Deus quem me toma pela mão e realiza a minha vida numa nova dimensão.   Do mesmo modo como não sou eu que me faço viver a mim mesmo, mas é a vida que me é dada; nasci não porque me fiz homem, mas nasci porque o ser homem me foi dado.  E este facto do passivo , de não nos fazermos cristãos sozinhos, mas de termos sido feitos ...

Baptismo II - 1ª Consequência - Deus é prioridade

1ª CONSEQUÊNCIA – DEUS É PRIORIDADE Por conseguinte, ser baptizado quer dizer estar unido a Deus ; numa existência única e nova nós pertencemos a Deus, estamos imersos no próprio Deus. Pensando nisto, podemos ver imediatamente algumas consequências. A primeira, é que Deus já não está muito distante de nós , não é uma realidade a debater – se existe ou não existe – mas nós estamos em Deus, e Deus está em nós. A prioridade, a centralidade de Deus na nossa vida constitui uma primeira consequência do Baptismo. À pergunta: «Deus existe?», a resposta é: «Existe, e está connosco; centra na nossa vida esta proximidade de Deus, este estar no próprio Deus, que não é uma estrela distante, mas é o ambiente da minha vida» .   

Baptismo I - Porque é necessário ser baptizado?

In: É o Carteiro PORQUE É NECESSÁRIO SER BAPTIZADO? As últimas palavras do Senhor nesta terra aos seus discípulos foram : «Ide, fazei discípulos de todos os povos e baptizai-os no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo » (cf. Mt 28, 19). Fazei discípulos e baptizai. Por que motivo não é suficiente, para o discipulado, conhecer as doutrinas de Jesus, conhecer os valores cristãos? Por que é necessário ser baptizado? Uma primeira porta se abre, se lermos atentamente estas palavras do Senhor. " baptizai-os no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo ". A escolha da palavra «no nome do Pai», no texto grego, é muito importante: o Senhor diz «eis» e não «en», ou seja, não «em nome» da Trindade – como nós dizemos que um vice-prefeito fala «em nome» do prefeito, um embaixador fala «em nome» do governo: não. Ele diz: «eis to onoma», isto é, uma imersão no nome da Trindade, um estar inserido no nome da...

Lectio divina do Papa Bento XVI sobre o baptismo

LectioDivina by papinto

Homilia do Papa Bento XVI no dia do Baptismo do Senhor

20090111BaptismodoSenhor.pdf

O Baptismo do Gonçalo Maria

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Igreja Paroquial de Nossa Senhora de Fátima Carregado 13 de Julho de 2008