Sinais dos tempos

Estamos quase no fim do primeiro mês do ano que foi anunciado como o ano difícil.
Se não fossem histórias como esta que podia ter acontecido a qualquer um de nós, facilmente nos iríamos iludindo de que estava tudo bem. O flagelo do desemprego é a coisa com mais graves consequências quer colectivas quer pessoais, porque destrói a pessoa e o seu amor próprio. Em Espanha, por onde acabei de passar, o desemprego atinge 22,5% da população activa. Um número impressionante. Porém, para quem passa, ou para quem vive longe de circunstâncias dessas, é como se nada se passasse.
Em três compactos artigos, Vasco Pulido Valente, historiador, descreve a sequência de eventos que inevitavelmente nos conduziram ao ponto onde estamos. Um análise com a qual não é obrigatório concordar, mas da qual muitos apreciarão a competência.
É possível empurrar as coisas para que fiquem melhores. Dois exemplos:
- Pacheco Pereira faz perguntas pertinentes que , de outro modo cairiam no esquecimento e
- Este grupo de portugueses, profissionais de diferentes ofícios, resolveu juntar-se para investigar e expor o desperdício da administração pública. Se feito com ponderação pode ser um trabalho valioso.

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