Família

Hoje o nosso neto mais velho faz 5 anos. Recordo este texto sobre a condição de ser avô que na altura escrevi. Cinco anos depois confirmo os indícios e posso acrescentar que a realidade é mais portentosa que a fantasia. Primeiro porque é preciso distingui-lo dizendo "o neto mais velho". O mano e o Pedro Maria: é assim que os dois mais velhos se tratam: o mano. Criaram uma cumplicidade entre eles que me lembra a fraternidade no sentido que tem no Senhor dos Anéis: companheiros de aventura, sempre implicando um com o outro, mas com uma amizade sólida. Segundo, porque a família, que começava a abrolhar com o nascimento do primeiro filho é hoje uma árvore que dá sombra e frescura a quem dela se abeira. Hoje o dia acordou farrusco, mas tenciono, à tardinha, ir sentar-me á sombra desta árvore.

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