Dar o dito por não dito
Na educação dos nossos filhos (e netos) rapidamente percebemos que não podemos cair em contradições. Têm uma memória extraordinária, parecem não ligar, mas absorvem tudo o que dizemos e quando menos esperamos fazem-nos ver que estamos a “dar o dito por não dito”.
Os governantes abusam deste comportamento. Exemplo disso é o regresso dos certificados de aforro, há pouco tempo desvalorizados e penalizados e agora, de novo, publicitados como uma “almofada financeira com maior rendimento”.
Falando em poupar, Luísa Castel-Branco recorda outros tempos em que esta era uma atitude quotidiana.
É tempo de dessacralizar as vacas sagradas da nossa vida comum. Henrique Monteiro atreve-se a questionar se o ensino obrigatório pode ser pago.
Hoje é dia de S. Nicolau. Um santo bispo da Ásia Menor no séc. III que a superficialidade do nosso tempo transformou em Santa Claus e a Coca-Cola vestiu de vermelho e branco.
Procurei hoje um novo “layout” porque me parece mais fácil de poder ser lido nos pequenos ecrãs de telemóveis. Agradeço a vossa reacção.
Encontram na coluna da esquerda os destaques do dia bem como a agenda próxima. Porque estamos quase no Natal começa a ficar preenchida….
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