domingo, 20 de setembro de 2015

O que não se vê ou lê na nossa comunicação social

Não fossem as redes sociais e o correio electrónico não nos daríamos conta de acontecimentos relevantes que lentamente vão mudando o mundo.
O Congresso norte-americano vai pronunciar-se sobre a retirada de financiamento à organização Planned parenthood na sequência do escândalo da venda de partes de bebés abortados (ver aqui). 
Por cá, até parece que nada aconteceu.
Entretanto, os congressistas criminalizaram como homicídio voluntário, o infanticídio de bebés cujo processo abortivo não conseguiu os seus objectivos, o que, sendo de aplaudir, nos entreabre para o horrível mundo das práticas de aborto. 
Há umas semanas em O mal que não vemos  chamava a atenção para a dificuldade de ter compaixão com aquilo que desconhecemos. 
O Pedro Madeira Rodrigues chama a atenção para os refugiados portugueses que também precisam de nós
Entretanto, começou a campanha eleitoral para as legislativas. Para além das simpatias pessoais, o voto precisa de um juízo sobre o que os candidatos dizem e fazem. Para além de muitas outras razões o Povo não pode decididamente apoiar um candidato que promete revogar de imediato as recentes alterações à lei do aborto
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