A Paixão de Cristo estreou há 8 anos

Comentários

Anónimo disse…
Ao ler o artigo de António Marujo, a primeira coisa que me ocorreu foi a total incompreensão, da figura de Jesus Cristo e do que é o Cristianismo. É o ponto de vista de alguém sem Fé. Mais do que isso, é o ponto de vista de alguém que nem sequer se dá ao trabalho de se informar, ou que ignora, simplesmente, aquilo que o próprio Cristo disse a respeito do sentido do seu sofrimento e da razão por que o aceitou e o viveu até à morte e morte de cruz. Pedro Aguiar Pinto explica bem a razão deste Sacrifício, no seu artigo "Era preciso descer a tanto Sangue", escrito em Março de 2004. Realmente, seria mais fácil Cristo ter-se furtado a esse terrível sofrimento, bastava que tivesse capitulado e respondido de acordo com o que Pilatos pretendia. Mas, então, negava-se a Ele próprio e à Sua missão na Terra. Na verdade, no filme de Mel Gibson, choca todo esse sangue, como choca o sangue constantemente derramado pela violência do homem contra o homem. É essa violência, real, que nos arrepia; é a essa a Realidade de que queremos fugir. Contudo, o significado da Morte de Cristo prende-se com a razão da Sua Vida e da Sua Ressurreição. Independentemente de se ser cristão, é possível perceber a mensagem que Cristo pregou durante os três anos da Sua Vida Pública: para vencer o Mal, que culminou na crueldade da Sua Morte, só há uma forma, o Amor. É essa a perspectiva que mais nos atrai. O Cristianismo é, de facto, mais abrangente do que a Crucifixão, mas não pode a mensagem de Cristo dissociar-se do sentido profundo da Sua Morte. - M. T. Carvalho

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