Incarnação e martírio


A Igreja, fixando a memória de Estêvão no dia a seguir à Natividade de Cristo Senhor, quer sublinhar a ligação entre a incarnação e o martírio, celebrando o paradoxo do Filho de Deus que nasce e morre para dar a vida ao mundo. Deste modo, os fiéis são conduzidos a contemplar no bebé deitado numa manjedoura a pedra angular e, ao mesmo tempo, a pedra de tropeço de que fala a Escritura, recordando que todo aquele que quiser amar a Cristo, seguindo-o, oferece livremente o dom de si até à morte.
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