O suicida e o herói

POVO  12.02.2018

"Para que um soldado rodeado de inimigos consiga escapar, tem que combinar um forte desejo de viver, com um estranho desprendimento pela morte. Não poderá apenas agarrar-se à vida, pois será assim um cobarde, e não escapará. Não pode apenas esperar pela morte, pois seria suicídio e não escapará. Terá que encontrar um espirito de furiosa indiferença perante a sua vida. Terá que desejar a vida como se fosse água e beber a morte como vinho.

Nenhum filósofo, parece-me, terá expressado este enigma romântico com lucidez adequada, eu certamente não o fiz. Mas o Cristianismo fez ainda mais: marcou os seus limites nas campas do suicida e do herói, mostrando a distância entre aquele que morre em nome da vida, e aquele que morre em nome da morte."

G.K. Chesterton



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