Tristeza, gratidão e esperança.
Tristeza, gratidão e esperança. No rescaldo da notícia que nos apanhou a todos de surpresa, depois de ler o comunicado do Santo Padre (cuja leitura é obrigatória), escolho estas palavras para descrever o momento actual.
Tristeza, porque é impossível dissociar a afeição pela função que o Papa exerce na Igreja da pessoa que o Papa é, e do carinho especial que tinha pelo carisma de CL.
Gratidão por toda a riqueza de ensinamento e de testemunho que foi este pontificado.
Esperança porque quem garante a continuidade foi, é e será Nosso Senhor, que nos prometeu estar sempre connosco até ao fim dos tempos e que nos arranjará a seu tempo quem nos confirme na fé. Aliás, o Papa, ao resignar, testemunha-nos a certeza de que é Ele que faz a Igreja.
Ofereçamos a nossa tristeza por Bento XVI, pela vida que ainda tem pela frente como Papa e como fiel testemunha da Ressurreição. Ofereçamo-la também pela nossa conversão, para que as nossas vidas se tornem lugares de beleza, como ele nos exortou quando esteve entre nós aqui em Portugal.
Um abraço do
Ricardo Saldanha
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