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Hoje: Fátima e a conversão da Rússia na primeira pessoa

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RevelAr-Te - Cinema Católico - 8ª Edição

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O  RevelAr-Te  – Ciclo de Cinema Católico de Almada, organizado pelo Núcleo de Universitários Católicos, terá a sua 8ª edição entre 13 e 17 de Dezembro próximos, no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada. Todas as sessões têm entrada gratuita e iniciam-se sempre às 21h30 com o comentário de um convidado a introduzir o filme que será projectado de seguida. PROGRAMA 4ª feira, 13 de Dezembro VOU PARA CASA Realizador: Manoel de Oliveira, 2001 Comentário: Maria do Rosário Lupi Bello, Professora da Universidade Aberta 5ª feira, 14 de Dezembro CHILDREN OF NAGASAKI Realizador: Keisuke Kinoshita, 1983 Comentário: Rui Santos, Produtor de Cinema 6ª feira, 15 de Dezembro DEUS NÃO ESTÁ MORTO Realizador: Harold Cronk, 2014 Comentário: Maria de Fátima Prudêncio Vizeu Pinheiro, Mestre em Filosofia Moderna e Contemporânea Sábado, 16 de Dezembro SOPHIE SCHOLL – UMA MULHER CONTRA HITLER Realizador: Marc Rothemund, 2005 Comentário: Padre Pedro Quintela, Presidente da Associação Val...

Não dar presentes aos miúdos

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HENRIQUE RAPOSO           RR ONLINE             07.12.2017 Nesse Natal sem caixas e embrulhos, elas aprenderiam algo que é cada vez mais difícil de ensinar: a gratidão. Claro que nunca terei coragem para a concretizar, mas a verdade é que ando com esta ideia na cabeça há muito: não dar presentes às minhas filhas no Natal seria um grande passo na sua educação. Não estou a falar de uma moratória eterna contra os presentes em todos os Natais; esta intifada anti-consumista seria consumada num único Natal, num determinado ano; nesse Natal sem caixas e embrulhos, elas aprenderiam algo que é cada vez mais difícil de ensinar: a gratidão. Julgo mesmo que estamos a criar uma geração ingrata. Os nossos filhos são ingratos por natureza, porque os presentes pingam ao longo do ano de uma forma natural. Para as minhas filhas, receber presentes é quase um acto da natureza, é tão natural e óbvio como a chuva. Aliás, neste...

Dois altares para a Imaculada

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Hoje foram dedicados e benzidos dois altares a Nossa Senhora. Um na Sé Patriarcal de Lisboa e outro na Igreja de S. Pedro de Alcântara. Conhece mais algum? Partilhe com o POVO. Sé Patriarcal de Lisboa Igreja S. Pedro de Alcântara

A hora de centeno

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JOSÉ RIBEIRO E CASTRO                  AVENIDA-LIBERDADE.BLOGSPOT.COM                   05.12.2017  A escolha para liderar o Eurogrupo é sem dúvida um grande êxito para Mário Centeno e uma fonte de regozijo para o governo onde é o ministro das Finanças. É também uma honra para Portugal. E uma oportunidade. Por mim, estou contente. Sem qualquer espécie de reserva. Contente, ponto final. Limitei-me a comentar, logo que foi anunciada a eleição do novo Presidente do Eurogrupo: “Uma boa notícia, a consagração de um bom trabalho, a responsabilidade de fazer melhor.” Isso mesmo repetiria agora. E repito. Ontem, na rádio, ouvi Francisco Louçã prevenir contra a explosão de “centenismo” a que iria assistir-se, assestando contra a direita os seus tiros e procurando contrastar a política de Centeno com as políticas defendidas por PSD e CDS. A prevenção de Louçã contra os “ce...

Salas de Chuto: os guetos higiénicos

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JOSÉ MARIA DUQUE    NÓSOSPOUCOS.BLOGSPOT.COM Vi hoje a notícia de que finalmente, ao fim de mais de um década, vão mesmo avançar as salas de chuto em Lisboa, ou no linguarejo tão do agrado da esquerda, as salas de consumo assistido. Aparentemente esta medida faz parte da geringonçacinha que Medina montou para governar Lisboa a seu bel-prazer. Aliás, já se percebeu que a geringonçacinha vai funcionar como a gerigonça original: o Partido Socialista dá carta-branca ao Bloco em medidas fracturantes para disfarça o apoio que este dá às políticas que sempre combateu. Assim o Bloco continua a parecer revolucionário, em vez de se assumir como o partido burguês de poder em que se transformou, e os socialistas podem governar continuando a fingir que são de esquerda. Voltando às salas de chuto, não é possível deixar de admitir que estas constituem um enorme contributo para a paz social em Lisboa. Em vez de termos toxicodependentes a drogar-se nas ruas, concentramo-los todos...

Justiça espectáculo

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JOÃO CÉSAR DAS NEVES    DN   2.12.2017 Vivemos numa época dedicada à justiça. Multiplicam-se instituições, iniciativas e declarações acerca de direitos humanos, desigualdade social, delinquência, marginalidade e discriminação. Infelizmente, muitas vezes, esta ânsia de equidade é, ela mesma, geradora de arbitrariedades, agravos, segregação. O problema nasce de falhas no sistema judicial. A própria ânsia de legislar sobre tudo torna os processos morosos e tecnicistas, pervertendo o propósito. Já o antigo provérbio romano dizia "mais lei, menos justiça". Depois, frequentemente, são as próprias vítimas a terem vergonha ou dificuldade em denunciar, como nos casos de assédio sexual. Quando a exigência do Direito se sente frustrada pelos canais oficiais, lança compreensivelmente mão de outros expedientes, necessariamente piores. Hoje a grande força justiceira da sociedade é a comunicação social. Muitos criminosos, incólumes no sistema judicial, vêem-se arrasados ...