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«Urbi et Orbi»: a relevância da religião na vida pública globalizada”

«Urbi et Orbi»: a relevância da religião na vida pública globalizada” é o tema da dissertação de doutoramento de Andreia Soares e Castro, que será discutida na próxima segunda-feira, dia 19, às 10h, no ISCSP/UTL,  em Lisboa (Alto da Ajuda). O estudo, que foi orientado por José Adelino Maltez, inscreve-se no ramo das Ciências Sociais, na especialidade de Relações Internacionais. Integram o júri, além do orientador, os professores doutores António de Sousa Lara, D. Manuel Clemente, Peter Stilwell, António Mendo Castro Henriques, Marcos Farias Ferreira e Helena Nunes Pereira, vice-reitora da UTL que preside. 

Crise e futebol

DESTAK | 14 | 07 | 2010   21.33H João César das Neves | naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt A reacção nacional ao resultado da selecção constitui uma boa explicação para a nossa crise económico-social. Dos 19 campeonatos mundiais da História, Portugal só esteve em cinco fases finais. Assim, antes de partir para a África do Sul, estes jogadores iam já à frente da maioria das gerações anteriores. Ficámos em terceiro lugar em 1966, primeira vez que lá fomos, e em quarto em 2006, a última. Nas outras duas vezes, 1986 e 2002, falhámos na fase dos grupos. Assim, derrotados nos oitavos-de-final em 2010, conseguimos o terceiro melhor resultado de sempre. Além de fazermos a maior goleada deste campeonato e uma das maiores da história (houve apenas um caso de 10-1, dois de 9-0, três de 8-0 e quatro 7-0, incluindo este), cumprimos a velha regra. Das três vezes em que passámos a fase de grupos, fomos sempre derrotados por um futuro finalista, a vencedora Inglaterra em 1966, França em 2006 e Espanha...

Liberalização do Aborto em Portugal, 3 anos depois

FPV ABorto 2010

O que os olhos não vêem o coração não sente

Público, 20100715 Helena Matos O que se passa nas praias da linha do Estoril, no bairro parisiense de Belleville, na função pública francesa... I. A praia . Todos os anos é o mesmo: começa o calor e começam as notícias sobre os assaltos nas praias, sobretudo na linha do Estoril. Como tudo isto tem algo de rotineiro, já não espanta a sequência: acontecem uns episódios de violência que logo são desmentidos. Fala-se de populismo e racismo. Em seguida acontecem outros incidentes. Aí assume-se que algo está a acontecer e anunciam-se reforços. As televisões mostram as praias com os banhistas na toalha e os polícias no paredão num tal aparato que mais parece uma zona de guerra cujos habitantes se obstinassem em dar uns mergulhos. Aqui chegados fica tudo mais ou menos satisfeito, porque os miúdos dos ditos bandos desaparecem das praias e dos comboios, presumindo-se que andam a asnear por outros lados. Sobretudo andam a queimar tempo até que já tenham idade para serem tratados como criminosos...

Os valores do século XXI, segundo Quino

valoresec21

Frase do dia

Não é por as coisas serem difíceis que não temos ousadia. É por não termos ousadia que as coisas são difíceis. Séneca (3 aC-65dC)

O Estado não ama as pessoas

O Sol, 2010.07.13 Pedro Afonso - Médico Psiquiatra Nos últimos anos, alimentou-se a ideia de que o Estado – uma espécie de pai colectivo – teria, em exclusivo, a obrigação de satisfazer todas as necessidades sociais. Consequentemente, as pessoas tornaram-se mais individualistas e autocentradas Mas este é um caminho errado, pois uma sociedade que delega em absoluto ao Estado a justiça social está a reprimir as mais nobres e elevadas características humanas. Neste caso, o Homem acabou por dirigir a sua atenção para a idolatria do consumo e para a realização de aspirações de ordem inferior, ludibriado com uma nova liberdade. Mas não terá sido uma paixão por esta liberdade individualista que, juntamente com a indiferença do Estado enquanto regulador, esteve em grande parte na origem da actual crise económica? Estamos num processo inexorável de desumanização, um caminho perigoso no qual o ser humano conferiu, numa espécie de outsourcing , plenos poderes ao Estado para fazer ...